terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Entrevista sobre a Marcha mundial pela paz e não-violência

Entrevista sobre a Marcha mundial pela paz e não-violência



Entrevista Ricardo Jullian (RJ)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

2º Turno das Eleições Municipais no Rio de Janeiro

Posicionamento do Partido Humanista para o

2º Turno das Eleições Municipais no Rio de Janeiro.

"Não existe mal menor"

O Partido Humanista do Brasil, que concorreu às últimas eleições em filiação democrática junto ao PCB, vem a público declarar que apóia, para o segundo turno das eleições municipais do Rio de Janeiro, o voto nulo.

Por que votar nulo?

- Porque nenhum dos candidatos apresenta propostas progressistas, que realmente estejam preocupadas em realizar uma mudança profunda na cidade do Rio de Janeiro;

- Porque ambos os candidatos recebem apoio de setores retrógrados, neofacistas, neoliberais, que não estão preocupados com o bem-estar da população. Apoiar Eduardo Paes é apoiar o governador Sérgio Cabral e sua política de caveirões e UPAs.

Apoiar Fernando Gabeira é fortalecer os setores ultra-conservadores que estão do seu lado no segundo turno, como o DEM. Apoiar a ambos é apoiar a privatização da educação, presente nos dois planos de governo;

 - Porque o PH apóia a criação de uma frente de esquerda ampla, com pessoas, organizações e partidos que efetivamente queiram construir uma sociedade na qual a preocupação central seja o ser humano, e não o capital ou o poder; 

- Porque votar nulo não é se abster, ficar em cima do muro ou deixar o candidato "pior" ganhar: em uma eleição em que não há "o mal menor", votar nulo é protestar contra essa forma antiga de fazer política, que deixa a maioria da população nas mãos dos poucos que controlam a mídia e o capital, forma essa que o PH repudia.

Propomos, ao contrário, a democracia direta, descentralizada e ampla, onde as pessoas podem ser verdadeiramente ouvidas e participar ativamente das decisões que afetam sua vida.

Fotos do Fórum Humanista Europeu

Fotos do Fórum Humanista Europeu
 
Humanist European Forum


Opening ceremony, ceremonia de apertura, ceremonie de ouverture:

http://www.flickr.com/photos/8661665@N02/sets/72157608298277342/


Worktables and conferences, mesas de trabajo y conferencias, tables de travail et conferences:

http://www.flickr.com/photos/8661665@N02/sets/72157608298545878/

General impressions and closure, impresiones generales y clausura, impressions generales et cloture:

http://www.flickr.com/photos/8661665@N02/sets/72157608299547578/


















APOSENTADORIAS: MELHOR O ESTADO DO QUE A APOSTA FINANCEIRA

Bs As, 21 de outubro de 2008

 


Desde a sua implementação na era menemista, os Humanistas sempre denunciamos o saque que significavam as AFJP. Porque por uma parte ficavam com 30% das economias dos trabalhadores em conceito de comissões por administrá-las, e por outra parte as administravam mal.
Hoje no mundo inteiro ficou claro como os bancos especulativos  administram as economias da gente, eles são os principais responsáveis, junto dos governos neoliberais, do atual desastre.

  
É por esse motivo que apoiamos a iniciativa do governo argentino de que o Estado volte a ser quem administre os aportes das aposentadorias. Sabemos que houve épocas nas quais os governantes faziam um uso irresponsável de tais fundos; mas o Estado sempre estará, e o povo tem a potestade de escolher os governantes e o direito de controlar sua gestão. Enquanto que nunca o povo teve ocasião de escolher nem controlar aos depredadores que se refugiam no direito da "livre empresa", e depois quebram e desaparecem.


As AFJP foram desenhadas para gerar um negócio leonino para os bancos, e um mercado de capitais para a especulação financeira, e não para o investimento produtivo.


Seguramente que nestes dias veremos a todos os neoliberais que conduziram o país nos 90 se opor a esta iniciativa do governo, e também aos obsequentes defensores do Poder Econômico, hoje disfarçados de "opositores progressistas".


Mas, para os Humanistas fica claro que esta iniciativa deve ser aprovada no Congresso, de modo tal que se garanta a economia dos trabalhadores e que os excedentes financeiros do sistema sejam usados para promover a produção, em lugar da especulação.


Mas esta é uma primeira medida para salvaguardar aos argentinos da crise internacional. Depois devêssemos avançar para a criação de Bancos estatais sem Juros que substituam o sistema financeiro privado. Deve-se iniciar uma reforma tributária que garanta a redistribuição da riqueza e o reinvestimento produtivo dos lucros empresariais. Deve-se proteger a indústria nacional, no marco de acordos regionais. E para proteger às pessoas e potenciar o mercado interno, se deve criar um verdadeiro subsídio ao desemprego que cubra a cesta básica.

Definitivamente, se deve avançar para uma Economia Mista, na qual o ser humano seja o valor central.


            Guillermo Sullings

Porta-voz do Humanismo na Argentina

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Fotos dos Atos pela Paz no Mundo

As fotos dos atos pela Paz e a Não-Violência realizados em mais de 100 cidades no mundo (incluindo Curitiba, Olinda, Rio e São Paulo) neste 2 de Outubro estão neste link:
 

A Força da Não-violência

Fórum Humanista Europeu
A força da Não-violência
Milão, 17-19 de outubro de 2008

Palavras de Giorgio Schultze
Porta-voz europeu do Novo Humanismo


Queridos amigos,
Quero compartilhar com vocês algumas reflexões de quem teve a sorte de atravessar este mundo e de viver esta época extraordinária para a humanidade.

São inegáveis os progressos alcançados nesta região em algo mais de um século e meio de história, assim como são inegáveis as lacerações, os sofrimentos, as violências padecidas e infligidas.

Não há dúvida que um sistema, democrático só formalmente, que se sustenta graças à iniqüidade e à desproporção na distribuição da riqueza, que mina na base os fundamentos da coesão social, nega os direitos fundamentais das pessoas como a saúde, a educação e uma velhice serena, que engendra todo tipo de discriminação e racismo, que esgota seus recursos e envenena o meio ambiente, antes ou depois está destinado ao fracasso.
A queda das Bolsas e a quebra dos mercados financeiros são o indicador mais evidente e completo de uma crise estrutural de época que há anos se vislumbra no horizonte.

Se fôssemos um pouco cínicos ficaríamos na janela a observar "o desastre" produzido por quem se sentiu um triunfador e portador de um modelo imperial "globalizante" e esperaríamos com serenidade a conclusão desta louca corrida.

Mas como cidadãos deste mundo, estamos profundamente preocupados porque não está claro que a resposta e a saída à crise vão na direção esperada.

Preocupa-nos que a resposta a esta crise econômico-financeira e aos transbordes sociais que inevitavelmente ela provocará (e que já está provocando) em vez de transformar-se em eqüidade e justiça social e em re-equilíbrio ambiental e redistribuição dos recursos, se transforme em chantagem armada contra a população.

Preocupa-nos que as fontes energéticas e os recursos hídricos, ao invés de serem tutelados e protegidos como "bens comuns da humanidade", sejam controlados e ameaçados com um arsenal nuclear capaz de fazer "saltar" o planeta 25 vezes. Mas não basta uma só?

E quem é que poderia parar o dedo de quem a "modo de prevenção" tivesse que decidir provocar uma mini-catástrofe nuclear, também só "demonstrativa"?. Nesta guerra, como em todas as guerras, não haveria vencidos nem vencedores, mas somente mortos. E como disse Gandhi: " que diferença faz para um morto se a louca destruição é forjada em nome do totalitarismo ou sob o sagrado nome da liberdade e a democracia?"

Como podemos desarmar as cabeças nucleares agora? Como podemos desativar a violência? Em que imagens podemos nos inspirar em um momento tão difícil, onde tudo se apresenta tão acelerado que parece que não houvesse mais tempo para pensar, sentir e atuar em forma coerente, em forma "não-violenta"?
Como poderemos começar a dar respostas diferentes nós "civilização ocidental"; que desde o Código de Hammurabi (18° século a.C.) consideramos a vingança e o castigo como as únicas formas de justiça, e nos alimentamos do princípio "olho por olho, dente por dente" ou "mors tua viatea mea".
Com este modo de ver o mundo, com esta tensão de fundo na estrutura das relações com os outros, como poderemos reorganizar a sociedade, a economia, a política desta região, baseando-nos em princípios de solidariedade, subsidiaridade, cooperação e reciprocidade?

Há séculos, as tribos Bantú, Zulu, Xhosa transmitem de pai para filho o conceito do "Ubuntu": "a união universal que une à humanidade inteira ", um tipo de rede invisível que sustenta a vida, onde todos nós estamos incluídos e o princípio de conduta que dele se deriva: "umuntu ngumuntu ngabantu": "você é através dos outros".
Se alguém maltrata, fere, mata a outro, irrita, lacera o Ubuntu. Por sua vez o maltratado não pode, por vingança, raiva ou desespero, maltratar, ferir ou matar, porque atuando assim laceraria mais a ferida. "Ele terá que fazer algo para ajudar-se a si mesmo e ao outro, para assim reparar o Ubuntu."
Um princípio parecido àquele indicado no Talmud, o Texto Sagrado dos Judeus, assim como no Alcorão, texto sagrado do Islã: "Quem quer que destrua uma só vida é tão culpado como se tivesse destruído o mundo inteiro, e quem quer que salve uma só vida tem tanto mérito como se tivesse salvado ao mundo inteiro."
Um princípio na base de todas as religiões e culturas universais, do hinduismo do Mahabarata, ao Cristianismo do antigo Testamento, de Confúcio a Buda, de Sêneca a Voltaire. Uma regra, a Regra de ouro, "trata aos demais como quer ser tratado"que se de veras fora aplicada até suas últimas conseqüências representaria essa revolução de época, do "Novo Humanismo" ao que aspiramos.
Uma concepção não punitiva mas reparadora, uma ação não vingativa mas de reconciliação, atos não contraditórios mas unitivos e válidos dirigidos a outros e que no final nos "premiam" a nós mesmos.

Para que a não-violência possa triunfar, além dos princípios de condutas e as ações precisaremos de outro atributo: a Verdade.

Muito do que ocorreu neste último século de história humana se desenvolveu baixo a insígnia deformável da mentira, da manipulação da informação, da criação de medos coletivos para fomentar a reação cega, ou pior ainda, para remover a esperança.

Retomando o que disse Zaratustra, há mais de 3.000 anos ("Pensa bem, faça boas ações, diga a verdade"), Gandhi nos ensinou o Satyagraha, palavra composta, que deriva do sânscrito (satya = verdade) e graha (agarrar-se fortemente). Agarrar-se fortemente à "verdade", para poder sustentar o Ahimsa, a não-violência.
É esta a mais alta e difícil missão da ação não-violenta: levar a verdade à luz e rasgar o manto tenebroso da mentira, criar consciência.

Muitas pessoas, também aqui presentes, nos ensinaram, no momento do luto e do drama da perda violenta de uma pessoa querida, que o que leva à justiça não é a vingança mas a busca da verdade. Elas demonstraram que a justiça não tem um sentido pleno só no respeito formal dos Códigos, mas, sobretudo, ela dará à consciência o sinal de que se pode abrir um caminho para a reconciliação.

Como fez o pai palestino a quem assassinaram o filho de 10 anos, quando decidiu doar os órgãos de seu filho para cinco crianças hebréias a quem salvou a vida, depois de ter passado três noites de tormentos e agonia, em pleno contraste com os "códigos" de sua comunidade e da comunidade "hostil".
Como fez a mãe do soldado hebreu assassinado no Líbano, ao achar o sentido da vida e abrir, em um pequeno local da fronteira, um hospital para curar crianças palestinas com médicos israelenses, derrubando os muros entre os extremos e nas consciências.

Como fizemos com alguns jovens da república Tcheca e da Itália, com manifestações e greves de fome para revelar ao mundo um projeto secreto de morte como é o escudo espacial americano.

Como está fazendo um grupo de garotos de Palermo, que construíram, até agora, quatro creches e escolas multiétnicas, para ensinar que o diálogo entre as culturas é possível e necessário ou que é possível dizer: adeus chantagem!.

Sabemos que a ação não-violenta necessitará de muita coragem e de persistente paciência.

Este caminho para a não-violência não surge espontaneamente, tal como não surge espontaneamente o caminho para a reconciliação. Ambas demandam uma grande compreensão e que se introduza dentro de cada um de nós a repugnância física e mental da violência.

A humanidade, o ser humano, cada pessoa necessita superar a dor e o sofrimento, necessita encontrar novos caminhos de reconciliação, necessita experimentar compaixão frente a quem se acha em dificuldade, necessita achar o sorriso pensando no futuro.


De que falarão as Crianças de Ubuntu quando cheguem a ter nossa idade?
Ainda de discriminação e racismo?
Ou falarão como Construtores e Embaixadores da nação humana universal?

Os ideais de um mundo não se iniciam por decreto, mas com a prática, no empenho cotidiano, nos âmbitos onde nos toca viver e trabalhar e nos quais cada um tem que lutar para conseguir mudanças positivas.

É necessário um salto de consciência, uma mudança da época, conceber a nós mesmos e ao mundo que nos circunda como uma estrutura única, uma rede invisível que nos une.

Uma rede invisível que une quem vive, quem nos precedeu e quem teve a coragem de abrir o caminho e a paciência para esperar-nos neste cruzamento da história.

Estamos no ponto de iniciar a cumprida Marcha pela Paz e a Não-violência!

Tu e eu atravessaremos o Mundo com uma mensagem de Nova humanidade.
Tu e eu atravessaremos este mar, com os navios construídos com tenacidade e intencionalidade.
Tu e eu atravessaremos descalços as frias cadeias montanhosas para nos acharmos nas acolhedoras Cidades dos Construtores de Paz.
Tu e eu iluminaremos esta infinita noite da Pré-história Humana, com as tochas da paciência e as fogueiras da coragem, em espera do alvorecer de uma verdadeira, nova História Humana.
Já muitos estão esperando-nos: Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Henry David Thoreau, Leão Tolstoy, Albert Einstein, Betty Williams e Mairead Corrigan, Patrice Lumumba, Nelson Mandela, Aung San Suu Kyi, Rigoberta Menchú...

E muitos outros estão alcançando-nos com suas bandeiras de Esperança, movidas pelo suave alento da Liberdade.

E como me disse Silo faz pouco tempo: "Não temas. Ama a realidade que constróis e nem sequer a morte deterá teu vôo".

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Ata do Encontro PH-SP

Ata do Encontro PH - Iniciativas - São Paulo

1 - Levantamento das Adesões.
2 - Comissão provisória Estadual e Municipais
3 - Contatos lista PH SP
4 - Atividades
5 - Calendário

Resolução

1 - Foram feita 800 adesões em 6 pontos diferentes da Cidade de SP. Paulista/ São Joaquim/ Jabaquara/ Vila Aplina/ Itaquera/ São Miguel
Contamos com 20 pessoas participando.
Nossa proposta é chegar ao 0,1 porcento válidas no Estado, até o final deste ano e assim, concluir a primeira etapa de legalização.

2 - Vimos a necessidade de construir a Comissão Provisória de SP, com o objetivo de definir funções, e colocar cara ao meio dos nossos representantes. Estivemos com o Rodrigo de São Carlos, onde se propôs a formar Comissão Municipal.

3 - Nossa proposta é abrir a lista do Diretório para aqueles que dão retorno aos nossos emails, assim vamos incluindo à todos e dando maior participação nas atividades e objetivos comuns. Esta lista é para dinanmizar  atividades relacionadas ao PH e sua campanha de Legalização.

4 - Marcaremos novamente a campanha de adesões para o segundo turno das eleições, queremos que mais pontos se abram através destas atividades, com isso vamos influenciando por Zona nossas ações.
Foi proposto desde o PH - SP, um seminário-encontro com Movimentos Sociais e Partidos Políticos sobre o tema " Como se Vê a Violência hoje" Queremos dar um impulso desde o PH para a Marcha Mundial.

5 - Próxima Reunião Estadual - 24-10 (sexta feira) às 19h
      Campanha de adesões - 26/10

Comissão Provisória Estadual - São Paulo


__,_._,___

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Lançamento de Enciclopédia Humanista

Temos o prazer de anunciar o lançamento da Enciclopedia Humanista

Se trata de un trabalho realizado com a tecnología Wiki (a mesmo da Wikipedia)
que permite, um grande trabalho colaborativo na construção de conhecimento.

A enciclopedia há conta atualmente com cerca de 600 artigos,
fotos, vídeos e audios. Além disso tem uma versão multimídiaem
http://www.humanipedia.org/media interconectada com humanipedia.
 
Te esperamos !!
A equipe da eniclopedia humanista

Campanha de Assinaturas para Legalização do Partido

Dando continuidade em nosso objetivo de legalizar o Partido Humanista, convidamos a todos os membros, amigos, simpatizantes, colaboradores.

Para participar no próximo dia 5 de Outubro.
 
DIA DO PARTIDO HUMANISTA!
Campanha de adesões e voto nos candidatos Humanistas.

Iremos nos concentrar em vários pontos da cidade com grupos de 3 ou mais pessoas. Vamos cobrir as zonas que tenham maior número de votantes para conseguir o maior número de assinaturas. Como sabem, em SP como em outras capitais e cidades, as pessoas não andam com o Título de eleitor, por isso achamos uma importante data para conseguirmos preencher toda a ficha de adesão e conseguir uma grande quantidade de adesões.

Estamos propondo que em cada região, bairro, fique um ou dois responsáveis e que nos envie o lugar e horário que estarão, para que confirmemos com os demais amigos. As fichas podem ser baixadas diretamente do site www.ph.org.br . Quem estiver em outras cidades, favor tirar cópias ou pedir para que enviemos algumas cópias originais.

Esperamos pelas manifestações !!

3º Fórum Humanista Latino-americano

Nos dias 6, 7 e 8 de novembro de 2008 será realizado o 3º Fórum Humanista Latino-americano "Unidos por um Futuro sem Violência", nas Faculdades de Medicina e de Ciências Econômicas da Universidade de Buenos Aires, Argentina.Nos reuniremos pessoas; instituições; organizações sociais, políticas e culturais e governos que queiram trabalhar para reforçar a integração latino-americana, sob o signo da não-violência e a liberdade de todos os habitantes de nossa região.

Em Outubro de 2006, em ocasião do 1º Fórum Regional Humanista, em Quito, declarou-se: "devemos primeiro construir grandes projetos de integração regional, sem perder de vista o fato de que não estamos aspirando à constituição de regiões que depois choquem entre si, mas a integrações regionais que depois possam contribuir umas com outras…" Posteriormente, em Novembro de 2007, no II FHLa, em La Paz, se disse: "A resolução de conflitos históricos e o desarmamento progressivo e proporcional entre países da região são temas fundamentais para a integração latino-americana. "As guerras não são iniciativa dos povos e sim dos interesses econômicos que os exploram".

Aspiramos à unidade latino-americana e esta é uma intenção lançada ao futuro integrando os valores das diferentes culturas do continente baseados no respeito pelas diferenças, o repúdio à violência e a superação do sofrimento social e pessoal.

V - MARCHA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

ESTAMOS REFORÇANDO O CONVITE A TOD@S QUILOMBOLAS E
REMANESCENTES, REPRESENTANTES DE ENTIDADES, MILITANTES DO
MOVIMENTO SOCIAL E NEGRO, CASAS DE AXÉ, JUVENTUDE,
SAMBISTAS, VELHA-GUARDA, INTELECTUAIS, E TODA A COMUNIDADE
QUE QUEIRA FAZER PARTE DESTA HISTORIA, PARA REUNIÃO DA
ORGANIZAÇÃO DO 20 DE NOVEMBRO EM SP. DATA: SEGUNDA FEIRA,
DIA 29 DE SETEMBRO - 18H30 LOCAL: SEDE DO CEABRA-SP. AV.
SÃO JOÃO 313 - 11º ANDAR, CENTRO -SP.
 
VENHAM FAZER PARTE DESTA ORGANIZAÇÃO E REPASSEM PARA SEUS CONTATOS.
NOS ENCONTRAMOS LÁ. AXÉ.
 

Convocatória 02 de Outubro em SP

Convocatória 02 de Outubro em SP

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Movimento de ocupação da UERJ

Blog do movimento de ocupação da UERJ.

http://www.uerjocupada.blogspot.com/

Vale a pena dar uma olhada - e assistir aos vídeos.

Frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres

Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!

Pela não criminalização das mulheres e pela legalização do aborto!

Em razão do Dia Latino- Americano pela Descriminalização do aborto, dia 28
de setembro, as entidades e organizações feministas abaixo assinadas
convidam para o lançamento, no Distrito Federal, Frente nacional pelo fim da
criminalização das mulheres e pela legalização do aborto":

CUT-DF e Sindicatos Filiados, Marcha Mundial de Mulheres – DF, CFEMEA -
Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Movimento Nacional Cidadãs
PositHIVas - núcleo DF e Entorno, Sapataria: Coletivo de Mulheres Lésbicas e
Bissexuais do DF, Coturno de Vênus, Fórum de Mulheres Negras -DF, Promotoras
Legais Populares – DF, korpus krisis, Wendo -DF.

Dia 23/09 - terça-feira

Exibição do filme "O aborto dos outros", com a presença da diretora Carla
Gallo

Local: Auditório do CEAN (607 norte, entrada pela L2)

Horário:

14h - Primeira exibição

16h - Oficina "batucada feminista"

19h - Segunda exibição

Dia 26/09 - sexta-feira

Ato com performance, batucada e panfletagem

Local: concentração na plataforma superior da Rodoviária (próx. semáforo)

Horário: a partir das 16h

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O Aborto dos Outros

(O Aborto dos Outros, Brasil, 2007)

Gênero: Documentário

Duração: 72 min.

Cotação: 9,1 (19 votos)

Diretor(es): Carla Gallo (2)

Estréia: 19.09.2008

SINOPSE

Vítima de estupro, uma menina de 13 anos aguarda no hospital os
procedimentos para um aborto legal já autorizado. Grávida de seis meses, uma
mulher casada concorda em interromper a gravidez a conselho médico, depois
que exames constatam defeitos irreversíveis no feto. Também vítimas de
estupro, outras mulheres, uma delas mãe de três filhos, debatem-se com seus
dilemas religiosos, temendo castigo de Deus depois da intervenção. Empregada
doméstica que recorreu a um remédio para provocar o aborto teve hemorragia
intensa, foi parar num hospital. Acabou denunciada e sendo algemada na cama,
além de enfrentar um processo. Vista sob o prisma de situações-limite, a
maternidade de mulheres geralmente pobres revela aspectos solitários e
extremos.

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MANIFESTO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS MULHERES QUE PRATICAM ABORTO

EM DEFESA DOS DIREITOS DAS MULHERES!

Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e
condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda
temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e
quem a ajudar.

A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de
clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas,
saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de
saúde pública.

As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades,
são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a
clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que
não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra
altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado,
opções seguras para as mulheres ricas.

A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde
o final da década de 1990, tem sido o "estouro" de clínicas clandestinas que
fazem aborto. Os objetivos destes setores conservadores são punir as
mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados , os Ministérios
Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido
esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática
do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem
procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de
aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram
quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram
processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches,
cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas
mulheres.

A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação
que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento,
procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita
para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada
vez mais as mulheres. Deputados elaboram Projetos de Lei como o "bolsa
estupro", que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para
manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem
muitos outros similares.

A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma
expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado
capitalista globalizado em associação com setores religiosos
fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle
sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das
mulheres.

Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e
queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple
todas as condições para uma prática sexual segura.

A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das
mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado
deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se
querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães
devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas
públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério,
assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança:
creche, escola, lazer, saúde.

As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento
reprodutivo e as que necessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser
assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de
saúde.

Neste contexto, não podemos nos calar!

Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas,
lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso
compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos
rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nos
reunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as
mulheres.

ü Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode
ser obrigada a ser mãe. Por uma política que reconheça a autonomia das
mulheres e suas decisões sobre seu corpo e sexualidade.

ü Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado
laico, que deve atender a todas e todos, sem se pautar por influências
religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da
saúde!

ü Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento
preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de
proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito.

ü Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter
feito aborto!

ü Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!

ü Pela não criminalização das mulheres e pela legalização do aborto!

Frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização
do aborto

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Convite - Fórum Latino-Americano

Convite para o Fórum Latino-Americano em Buenos Aires.

Vídeo do Ato de apoio a Bolivia - Setembro de 2008

 
 
 
 
 

Ato de apoio a Bolivia Setembro de 2008

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

ATO DE SOLIDARIEDADE A BOLÍVIA NO RJ

 
SEXTA FEIRA 19/09
 
TODO APOIO À RESISTÊNCIA
POPULAR BOLIVIANA
 
 
 A luta de classes na Bolívia está nas ruas, virou notícia. A mídia comprometida com o imperialismo faz de tudo para esconder o verdadeiro jogo que está sendo disputado nas ruas: de um lado o povo boliviano que aspira e apóia as mudanças em curso, tendo a frente o governo Evo Morales; do outro lado, a burguesia em aliança com as oligarquias latifundiárias e setores fascistas, como a Juventude Cruzenha, querem impedir as mudanças sociais implementadas.
A história do povo, que é em sua maioria indígena, é marcada pela fome e pela miséria frutos da exploração burguesa, associada às multinacionais do gás, por pecuaristas e fazendeiros, os quais detêm o monopólio da terra.
A Bolívia é rica em minérios (hidrocarboneto e outros) cuja exploração sempre esteve nas mãos das  empresas multinacionais que  as saquearam durante muito tempo.  A maior parte das reservas de hidrocarboneto está em Santa Cruz, Departamento (Estado) da região chamada Meia Lua.  Não é à toa que o Governador desse estado, Rubem Costa, é o principal líder da luta contra o povo e as mudanças sociais implementadas por Evo Morales. Pois tais empresas e seus aliados de Santa Cruz não se conformam com as nacionalizações já efetivadas, nem com as novas disposições constitucionais que facilitarão o acesso do povo camponês a terra, nem com a decisão de converter cerca de 80% dos lucros da exploração das riquezas minerais para o povo Boliviano (antes, apenas 12% ficavam na Bolívia).
Após o processo de referendo revogatório em que o povo boliviano (cerca de 67%) votou a favor  dessas  e de outras mudanças e da continuidade do governo Morales. No entanto, ao serem convidados a um fórum de todos os governadores, a fim de discutir as mudanças em curso, recusaram a proposta e partiram para a tentativa de golpe.
 Eles querem em primeiro lugar impedir as mudanças sociais da nova Constituição, que está esperando o referendo popular previsto para dezembro. Para tal lançam mão de grupos de jovens fascistas que seqüestram e matam o povo, destroem repartições públicas ligadas aos processos de mudanças, fecham aeroporto e estradas. Mas, o povo resiste! Luta bravamente contra os covardes lacaios do imperialismo americano.
A solidariedade dos trabalhadores e do povo brasileiros ao povo boliviano é urgente e necessária!
Nesse sentido, apoiamos a luta popular boliviana e do governo Evo Morales em  implementar as mudanças sociais necessária  na construção de uma sociedade livre da exploração, mais justa e fraterna.
Fora os lacaios do imperialismo na Bolívia! Todo apoio ao governo de Evo Morales!
Todo apoio à luta do povo boliviano!

ATO NO CONSULADO DA BOLÍVIA 19/09 – Sexta-Feira às 16 horas Entrega do Manifesto de Solidariedade – Casa da América Consulado da Bolívia (Av. Rui Barbosa, 664 – Flamengo - RJ)

Casa da America Latina, MST, Morena - Círculos Bolivarianos, CMP - Central de Movimentos Populares, Intersindical, Associação Nossa América Rio, Associação Cultural José Martí, Mandato Marcelo Freixo - PSOL, PCB, PT,  Esquerda Marxista,Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino, Campanha Tirem as Mãos da Venezuela, Assembléia Popular,  Oposição Luta Fenaje, União Comunista, Sindicato dos Médicos RJ, Conam, Fam Rio, CECAC, Jubileu Sul, PACS, Refundação Comunista, União da Juventude Comunista – UJC, Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes, Centro Cultural Antônio Carlos Carvalho.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Porque os Humanistas apoiam Evo Morales e o processo de transformações da Bolívia


1- Porque valorizamos a tentativa e a coragem do povo Boliviano de buscar novos caminhos, desde a eleição do primeiro presidente indígena, líder sindical cocaleiro e por todas as medidas tomadas desde o inicio do seu governo, tais como: a formação da Assembléia Constituinte, para promulgar uma Constituição Democrática, a Nacionalização dos hidrocarburetos, a devolução dos direitos aos povos indígenas, a reforma agrária, a proposta de incluir na nova constituição a renúncia à guerra como meio de resolver conflitos, entre muitas outras.

2-Porque entendemos que esse processo é antes de tudo um processo democrático e vai na direção da busca dos povos por autonima e por novos caminhos tratando de liberar-se do poder hegemônico imposto pelos Eua.

2- Porque em meio de uma forte turbulência social o governo segue pedindo tanto a aliados como a oposição que atuem de forma não violenta, quando a conduta que se considera "razoável e aceitável" é o uso da violência para manter o controle da situação (exatamente o que a oposição vem fazendo de forma indiscriminada) .

3-Porque além de ser um governo não-violento, aceita e valoriza a diversidade étnica e cultural, como ferramentas para a construção do diálogo e da paz.

4- Porque entendemos que esse processo não se opõe ao de nenhum outro país na nossa região (apesar da confusão midiatica de interesses ao que muitas vezes somos submetidos), pelo contrário favorece a integração latinoamericana e possibilita o fortalecimento político e econômico que nos permitirá decidir sobre nosso futuro.

5-Em relação ao episódio recente da expulsão do embaixador norteamericano em La Paz, vale destacar que foi um chamado a atenção de toda a comunidade internacional para que se impeça o intervencionismo norteamericano que está apoiando aos prefeitos que buscam a divisão da Bolívia promovendo a guerra civil.

Essa é uma época de mudanças, mas sobretudo é uma mudança de época. Nada mais poderá ser como antes, e ninguém mais poderá dizer com convicção que "a história acabou": ela está sendo feita agora mesmo. E não por heróis, mitos ou lendas, mas sim pelos povos.
 

 
Convocamos a todos para participar do Ato de Apoio nesta Quinta-feira, 18 de setembro de 2008, às 17h em frente ao consulado Boliviano ( Av. Paulista, no. 1439) aqui em SP.
 
Esse ato esta sendo convocado por MST, MTST, INTERSINDICAL, CONLUTAS, PASTORAL OPERARIA METROPOLITANA DE SÃO PAULO, PSOL, PSTU e  PCB.
 
Também estamos nos organizando para fazer seções de vídeos em Universidades com o tema da Bolivia.
 
Enfim, convocamos todos para participar desse importante ato de quinta para manifestar todo o nosso apoio ao governo de Evo e aos processos de transformação do nosso continente e nosso repúdio a todos os atos de violência incentivados pelo intervencionismo norte americano.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Ato de Apoio a Bolívia - 18/09 em SP

Convidam a todos para Ato na Quinta-feira, 18 de setembro de 2008, às 17h
Não ao golpe separatista na Bolívia!

Abaixo a direita fascista ianque na América Latina!

Na última semana, uma escalada de violência tomou o leste da Bolívia. Como não puderam eleger um representante direto das classes dominantes para o governo central, grupos civis da direita fascista tentam impor um golpe separatista ao país, com vistas à derrubada do governo de Evo Morales e retomar o controle absoluto sobre o país vizinho e, em especial, sobre o gás e os demais hidrocarbonetos.

Tais grupos, liderados pelos auto-intitulados "comitês cívicos" e pelos governadores oposicionistas de cinco departamentos (estados), em coordenação com a Embaixada Norte Americana, implementaram um verdadeiro estado de terror em muitas cidades do oriente boliviano.

O caráter racista destas manifestações - que chamam de ?invasor? o indígena do altiplano que migra para as terras baixas - é evidente não somente no discurso. Muitas das ações violentas desta semana se deram justamente nos locais de trabalho e de moradia desta população migrante - como no mercado camponês em Tarija e no bairro popular Plan 3000, em Santa Cruz. Porém, a gota d?água ocorreu na última quinta-feira (11/08), quando 30 trabalhadores camponeses (dados divulgados pelo governo Boliviano até 14/09/2008) foram massacrados por funcionários e grupos paramilitares ligados ao governo oposicionista do departamento de Pando.
Frente a esta situação, chamamos a todos para um ato de repúdio veemente à iniciativa de golpe separatista na Bolívia. Os EUA nunca hesitaram em utilizar a força para impor estados de terror com o objetivo de impedir o avanço das lutas e reivindicações camponesas, indígenas e operárias. Mas a ditadura e o fascismo não voltarão! Abaixo a direita fascista ianque na América Latina!

Chamamos a todos e todas para se juntarem a nós .
Em frente ao Consulado Boliviano na Av. Paulista, no. 1439 .

Quinta-feira, 18 de setembro de 2008, às 17h

MST MTST INTERSINDICAL CONLUTAS
PASTORAL OPERARIA METROPOLITANA DE SÃO PAULO
CONSULTA POPULAR - ASSEMBLÉIA POPULAR
MOVIMENTO HUMANISTA
PSOL - PSTU - PCB - PH

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Ato em solidariedade às mulheres condenadas por fazer aborto

Dia 26 de setembro de 2008

Concentração Praça Ramos, a  partir das 13:30

e caminhada até o Tribunal de Justiça

    

Mais de duas mil mulheres estão sob ameaça de prisão. Algumas já foram indiciadas e outras estão  cumprindo pena em Mato Grosso do Sul.

Elas tiveram sua privacidade invadida e suas vidas expostas à execração pública.  Outras centenas correm os mesmos riscos em Estados como São Paulo e Rio Grande do Sul..

Trata-se de um atentado à autonomia e à dignidade das mulheres, em sua maioria pobre, sem acesso a assistência jurídica e psicológica.

Para evitar que esta e outras violações dos direitos humanos ocorram, proteste, participe do ato  pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto no Brasil. Isso permitirá um tratamento digno às mulheres e a redução das mortes maternas.

Nesse mesmo dia, 26 de setembro, lançaremos uma Frente Nacional pela legalização do aborto com a participação de entidades e movimentos democráticos e populares. Este ato é parte das ações do  Dia Latino Americano e Caribenho pela Legalização do Aborto.

Nenhuma mulher deve ser perseguida, humilhada, condenada

ou presa pela prática do aborto.

Junte-se a nós! Vamos dar um basta à criminalização das mulheres

e defender a legalização do aborto 

RJ - REUNIÃO DE APOIO A BOLÍVIA

REUNIÃO DE SOLIDARIEDADE
A BOLÍVIA DIA 12 DE SETEMBRO
18 HORAS - SINMED
 
Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro - SinMed/RJ
Avenida Churchill, 97/ 11º andar  - Castelo

A Associação Nossa América RJ, MST e outras entidades convocam para reunião de solidariedade a Bolívia.
Participe!!! !
 
Camaradas a onda terrorista deflagrada pela direita racista na Bolívia urge uma resposta unificada  de todas nossas entidades, movimento e setores progressistas,  um esforço para derrotar o Golpe e divulgarmos notícias da luta popular em defesa do governo Evo Morales.
Nos jornais sindicais, blogs panfletos e correios temos que criar uma rede de solidariedade latin americana na mobilização anti-golpista.
 
É fundamental a pressão para que o governo do Brasil não aceite a divisão e rjeite o golpe de estado terrorista apoiando o presidente Evo Morales. Empresários brasileiros instalados na Bolívia estão conspirando diretamente pelo golpe ( como um produtor de soja que em entrevista na CBN hje - 11/9 - às 14 horas de Brasília, atacava o presidente Evo Morales e o seu governo dando crer que a guerra civil é iminente e o goveno será derrotado). 
 
Esta é a hora não podemos vacilar, juntos vamos derrotar o racismo!
 
Viva a Bolívia popular!

A Associação Nossa América solicita a todos/as para derrotar o golpe.
 
LEIA MAIS NO SITIO DA AGÊNCIA BOLIVIANA
http://abi.bo/

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

I Semana de Jornalismo Popular e Alternativo da USP

Primeira  Semana de Jornalismo Popular e Alternativo (Alterjor) da Universidade de São Paulo (USP).

22 a 26 de setembro

Promoção: Grupo de Pesquisa de Jornalismo Popular e Alternativo - ALTERJOR
                Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA/USP - CJE


Dia 22 de setembro   - Segunda-feira  - Auditório Lupe Cotrim

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Documento final do Encontro de Mulheres do Brasil

 

 
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Declaração Final do Encontro Mulheres em Luta por Soberania Alimentar e Energética

Por soberania Alimentar e Energética!

Nós, mulheres do campo e da cidade reunidas em Belo Horizonte, de 28 a 31 de Agosto de 2008, expressamos nossa visão sobre desafios e alternativas para a construção de Soberania Alimentar e Energética.

Somos mulheres organizadas, protagonistas de lutas de resistência em defesa de uma sociedade igualitária, onde a organização da economia tenha como centralidade a sustentabilidade da vida humana e não o mercado e o lucro.

O modelo atual de desenvolvimento se apropria do racismo e do sexismo. Fundamenta-se em uma visão de economia que considera o econômico apenas as atividades mercantis e desconsidera a reprodução e invisibiliza o trabalho das mulheres. Esse modelo se pauta por uma concepção de desenvolvimento baseada na idéia de crescimento econômico ilimitado, onde o mercado e o lucro privado são priorizados em detrimento do interesse público e dos direitos humanos fundamentais, onde a política econômica se orienta pela opção exportadora, apoiada fortemente pelo Estado, no agronegócio empresarial e no setor minero-metalúrgico-energético e em uma demanda energética insustentável.

Para manter esse modelo, grandes projetos energéticos e de infra-estrutura são construídos, distantes das lógicas produtivas e culturais que organizam os territórios, provocando a expulsão do campesinato e de populações tradicionais das suas terras, a contaminação dos trabalhadores e trabalhadoras e o aprofundamento da crise ambiental e das mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, são desconsiderados os caminhos alternativos e modos de desenvolvimento voltados para a igualdade social e a justiça ambiental que nossos movimentos têm proposto a partir de suas práticas concretas nos territórios que se pautam pela construção de Soberania Alimentar e Energética.

Em contraposição a este modelo afirmamos nossa luta feminista e socialista por uma nova economia e sociedade baseada na justiça social e ambiental, na igualdade, na solidariedade entre os povos, assentada em valores éticos coerentes com a sustentabilidade de todas as formas de vida e a soberania de todos os povos e comunidades tradicionais sobre seus territórios.

Diante disso:

Denunciamos:

O atual modelo de produção de energia que visa manter um padrão de produção e de consumo ambientalmente insustentável e socialmente injusto, baseado no monopólio das fontes de energia pelas grandes empresas.

As falsas soluções de mercado que estão sendo propostas para reverter o quadro de mudanças climáticas como a produção de agrocombustíveis em grande escala, assim como as expansão de impactantes projetos hidroelétricos e a retomada do programa nuclear brasileiro, energia perigosa, cara e sem soluções para os seus rejeitos.

O atual modelo de produção de agrocombustíveis, baseado em monoculturas; modelo defendido pelo governo brasileiro e controlado pelo agronegócio, que vem homogeneizando os territórios, pressionando a expansão das fronteiras agrícolas, gerando impactos sociais e ambientais e que tem sido um dos grandes responsáveis pelo aumento dos preços dos alimentos.

A especulação internacional dos produtos alimentícios que também se constitui em uma das causas do aumento dos preços dos alimentos, ao lado do aumento do preço do petróleo e do desvio de alimentos para produção de etanol e biodiesel.

O trabalho escravo que sustenta esse modelo e as péssimas condições de trabalho e de exploração do assalariado e assalariada rural, além do abuso sexual e o assedio moral a que são vitimas trabalhadoras do campo e da cidade.

Que o controle da cadeia produtiva alimentar pelas grandes transnacionais ameaça a soberania alimentar e a saúde da população. Em especial os produtos transgênicos e os altos níveis de agrotóxicos utilizados nos alimentos com a cumplicidade das autoridades públicas que não zelam para que as legislações sobre rotulagem de transgênicos e agrotóxicos sejam respeitada pelas indústrias.

O desaparecimento de sementes crioulas, a perda de biodiversidade e a ameaça a segurança alimentar em virtude da liberação comercial de cultivos transgênicos e da expansão das monoculturas de exportação, apoiadas por empresas e universidades publicas, enquanto falta pesquisa para avaliar riscos no meio ambiente e`a saúde do consumo de transgênico.

A privatização dos recursos naturais e a apropriação de nossas terras, a exploração da nossa floresta, das águas e de nossos rios, mares e manguezais pelo capital com apoio dos recursos públicos.

A privatização do setor elétrico que contribuiu para que as tarifas de energia sejam diferenciadas entre os consumidores residenciais e indústria e as políticas energéticas beneficiem as grandes indústrias para obterem cada vez mais, mais lucros.  

As cidades brasileiras sofrem impactos diretos desse modelo de desenvolvimento alimentar e energético, com as altas taxas no preço da energia, com o aumento dos preços dos alimentos,  com a precarização do trabalho e do transporte coletivo urbano e com a especulação imobiliária.   

Reafirmamos:

A necessidade de construir um novo modelo energético para o Brasil que priorize a produção e a distribuição descentralizada de energia visando atender as necessidades locais e territoriais e que contemple a participação da população no seu planejamento, decisão e execução. E que contribua para a autonomia das mulheres, possibilitando a elas protagonizarem experiências de Soberania Energética em seus territórios.

A necessidade de desenvolvermos formas de consumo e comercialização de produtos de forma solidária e sustentável com o fortalecimento dos mercados locais e feiras livres, assim como o reconhecimento do trabalho produtivo das mulheres e seu fortalecimento.

Que é tarefa do Estado a viabilização de políticas públicas que garantam a nossa Soberania Alimentar e Energética.

A importância da pesquisa, desenvolvimento e implantação de fontes energéticas alternativas e o reconhecimento e investimento do Governo nas experiências descentrizadas de produção alternativa de energia, na socialização do trabalho doméstico e no fortalecimento da agricultura camponesa.

A agroecologia como projeto político para alcançar a soberania alimentar, assim como  a luta pela Reforma Urbana, a agricultura urbana e a defesa de uma nova ocupação do espaço urbano para moradia e produção como orientadoras de políticas publicas.

A luta pelo direito à terra através da Reforma Agrária, onde esteja garantido o direito da mulher a terra, o acesso aos recursos naturais e `as decisões sobre seus usos.

Os direitos territoriais de povos indígenas e populações quilombolas.

O direito ao trabalho em condições dignas e bem remunerado. O direito a previdência social, a diminuição da jornada de trabalho, a socialização do trabalho reprodutivo.

Uma integração regional que esteja pautada na solidariedade, na complementariedade entre nossas economias, na sustentabilidade das praticas socioculturais e produtivas.

Nos comprometemos:

A lutar por justiça ambiental, pela reforma agrária, e em defesa da sustentabilidade da vida como valor central para a economia.

A desenvolver formas organizativas de luta das mulheres contra esse modelo de desenvolvimento que afeta o campo e a cidade e a denunciar permanentemente as diferentes formas de opressão e mercantilização que vivem as mulheres. 

A construir e a fortalecer alianças entre movimentos sociais do campo e da cidade e a defender a necessidade de articularmos nossas experiências reivindicando políticas públicas que visibilizem as nossas experiências alternativas e nossas propostas para construção de uma transição rumo a um modelo de desenvolvimento que tenha como centro a sustentabilidade e a dignidade da vida humana.

A desenvolver formas de uso sustentável dos recursos naturais e das energias renováveis sustentáveis (eólica, solar e biomassa) bem como o aproveitando a água da chuva através da utilização de cisternas, o uso de placas solares e de experiências autônomas que contribuam para a construção de um novo modelo energético;

A lutar pela reestatização do setor elétrico e a defender o uso sustentável das águas e dos recursos energéticos.

A lutar pela autonomia econômica das mulheres e pelo direito ao trabalho digno e a fortalecer a luta dos trabalhadoras e trabalhadores assalariadas.

A lutar pela recuperação, preservação e multiplicação das plantas medicinais e sementes crioulas, em defesa da biodiversidade, da água e pelo direito de decidir sobre nossa vida, nossos alimentos, nosso corpo.

A lutar pelo direitos territoriais dos quilombolas e indígenas, porque suas lutas também são nossas. Por isso apoiamos a demarcação continua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol em Roraima e reafirmamos os direitos dos povos indígenas aos seus territórios.

A realizar as mobilizações dos dias 16 e 17 de outubro por Soberania Alimentar, a participar da campanha contra o preço de energia e a fortalecer nossa marcha no 8 de março como processos de reafirmação de nossa luta por soberania alimentar e energética, diante da necessidade de construir um novo modelo energético e alimentar para o Brasil.

Enviado pelo coletivo

Mulheres em Luta por Soberania Alimentar e Energética!

 

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Rádios Comunitárias SP - ENCONTRO NO DIA 8 DE SETEMBRO ÀS 19H

Prezados participantes e interessados no aviso de habilitação para rádios comunitárias em São Paulo

No momento em que se completam 21 meses da publicação do aviso de habilitação 03/06, as entidades promotoras das Mesas de Trabalho com o Ministério das Comunicações em apoio às rádios comunitárias os convidam para um evento de avaliação do processo, debate sobre perspectivas futuras e discussão sobre propostas a serem encaminhadas para os candidatos e candidatas à Prefeitura e à Câmara dos Vereadores.

Estão convidadas todas as associações envolvidas no processo do aviso de habilitação, as organizações e entidades que vinham participando das Mesas de Trabalho e todos os signatários do Compromisso de Honra com as rádios comunitárias.

O evento será realizado no dia 8 de setembro, segunda-feira, às 19h, no auditório da Ação Educativa, à Rua General Jardim, 660, na Vila Buarque. O local fica a 6 quadras do metrô República.

A pauta do evento prevê:

1) Avaliação geral do aviso de habilitação nº 3/06
2) Lançamento de documento de avaliação das entidades signatárias do Compromisso de Honra
3) Implantação de Mesa de Trabalho permanente em apoio às rádios comunitárias, legalizadas ou não
4) Propostas para ação local pela democratização da comunicação a serem apresentadas aos candidatos à Prefeitura de São Paulo e à Câmara Municipal

Contamos com sua presença!

Atenciosamente,

Coordenação

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Aqüífero Guarani abre inscrições para congresso

Estão abertas as inscrições para o II Congresso Aqüífero Guarani, que será realizado em Ribeirão Preto (SP) entre os dias 4 e 7 de novembro. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 15 de outubro. Os interessados em apresentar trabalhos para as sessões do congresso devem se inscrever até o dia 30 de setembro. No encontro de Ribeirão Preto, os inscritos poderão participar de discussões sobre "O Aqüífero e o Cidadão" e também trocar "Experiências de gestão de aqüíferos transfronteiriços".

O Aqüífero Guarani é um enorme reservatório de águas subterrâneas de um milhão e 200 mil quilômetros quadrados, localizado em um território que abrange países como o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Durante a realização do primeiro congresso, ocorrido em 2003, foi lançado o Projeto de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.

O projeto tem por base as seguintes diretrizes: consolidação do conhecimento sobre a estrutura e funcionamento hidráulico dos aqüíferos; estabelecimento de um sistema de gestão descentralizado e participativo, reunindo os órgãos públicos, os usuários da água e a sociedade e ainda o fomento da participação pública, da educação ambiental e da comunicação social.
As inscrições devem ser feitas pela internet no site: www.aquiferoguaranicongresso.com.br 
 

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