quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

RACISMO NA USP

Mensagem enviadaa desde SOS RACISMO DA ALESP
para movimentos e Organizações Sociais de combate à Discriminação

Solicitação em caráter de urgência!!!!!!!!

Desde o início do ano estamos recebendo pedidos de ajuda institucional por
parte de estudantes negros da USP.
Alguns vieram pessoalmente ao SOS Racismo da Alesp e enviamos um ofício para
a reitoria solicitando uma reunião para tratarmos dessas denúncias.

O fato é que, de acordo com as denúncias, estudantes negros têm sido
pressionados a desistirem dos seus cursos na USP. Isso tem sido feito
através de ofensas, protelação na apresentação de TCCs e até mesmo através
de violência física (pasmem)!

Agora, hoje pela manhã, recebemos uma ligação de um funcionário negro da USP
que se indignou com o fato de ver um estudante negro ouvir que lugar de
negro não é na USP e ao tentar questionar...recebeu um tapa no rosto!

Esse mesmo funcionário disse que no You Tube há um vídeo dos alunos da
USP/Instituto de Oceanografia mostrando um mergulhador negro(aluno). O vídeo
diz que nem tubarão gosta de carne de negro.

Pergunta:

O que está acontecendo na USP com os nossos estudantes negros????????

Sugestão: devemos fazer uma reunião AQUI na Assembléia Legislativa para
formarmos uma comissão para apurar os fatos, pois parece que começamos bem o
ano de 2.008, no entanto, os nossos irmãos não começarão bem o ano letivo
caso não façamos algo para terminar com tais torturas, físicas e
psicológicas.

RACISMO É CRIME! E É CRIME CONTRA A HUMANDIDADE!

Uma última pergunta: Até quando vamos pagar impostos para manter mais um
campo de concentração racista em São Paulo?

Por favor, entrem em contato: sosracismo@al.sp.gov.br

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Calendário de Lutas da Assembléia Popular

Calendário de Lutas da Assembléia Popular
 
1º Semestre
 
Janeiro a Março - Jornada pela Redução da Tarifa de Energia
                         
09 e 10 de fevereiro - Debate sobre a Metodologia da AP
Tema: Metodologia para o trabalho de base (esta temática será tratada de forma permanente em 2008) e Discussão sobre a temática proposta para a Plenária Nacional da AP.   
Responsáveis: Carla (CP), Gabriel (SASP), PO, CEPIS.
 
11 à 17 de fevereiro - Conversas com o MAB
Tema: Esclarecimento sobre as questões ref. a realização da Jornada pela Redução da Tarifa de Energia, poderão ser agendadas conversas junto a secretaria da AP.
Responsáveis: Dalla Costa (MAB), Secretaria da AP. 
 
11 e 12 de março - Mobilizações referentes a Jornada pela Redução da Tarifa de Energia
 
17 de março - Marchas contra a Guerra do Iraque
 
Abril (segunda quinzena) - Seminário Sobre o Mundo do Trabalho
 
01 a 06 de Maio - Jornada de Mobilização sobre a Provatização da Cia. Vale do Rio Doce
 
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A próxima reunião da Coordenação Estadual da Assembléia Popular será quarta-feira, dia 30 de janeiro de 2008, às 19 horas no SASP - rua da Glória, 246, 3º andar, próximo ao metrô Liberdade.
 
Pauta:
 
- Organização do Debate sobre Metodologia da AP (09 e 10/02/08);
Organização de nossa ida à Plenária Nacional da AP em Brasília (16 e 17/02/08);
- Finanças.
 
Devemos ainda contribuir com a realização das ações do 08 de março, do 01 de maio e da Rede Paulista pela Democratização da Comunicação e da Cultura. 

Centenário da Imigração Japonesa, Respeito, cultura e democracia

CENTENÁRIO
Respeito, cultura e democracia
por Thiago Higa
Estaremos comemorando, neste ano de 2008, o centenário da imigração japonesa, e desde o início de Janeiro vi muitas propagandas sobre este tema. No entanto, a mídia toda está apenas enfocando projetos com alguns fins específicos (econômicos e marketeiros), sem dar a devida atenção às questões mais relevantes sobre o mesmo tema (questões estas das quais estarei comentando, brevemente, mais adiante).
 
Em um certo canal de televisão, encontramos programas que, semanalmente, estão falando sobre alguns costumes do Japão. Claro que estes programas sempre mostram o que há de mais "exótico" da cultura do outro, sempre com a nítida intenção de estereotipar esta etnia. As matérias exibidas não retratam uma realidade social vivida pela maioria dos cidadãos, se não uma elite voltada para o modismo (no caso do Japão) – aliás, o que é típico das mídias exibirem – ou uma elite voltada às tradições (no caso do Brasil, muitas vezes protagonizadas pelos imigrantes, nisseis e colônias).
 
Há algum tempo atrás, discuti com diversas pessoas as mesmas questões sobre as intenções das mídias audiovisuais. Esta mesma emissora do comentário feito a pouco, que hoje veicula tais programas "pegando carona" na questão do centenário, é a responsável por criar diversos programas – só em novelas, nos últimos 4 anos, tivemos 3 personagens construídos especificamente nos estereótipos do japonês, sem falar nos programas humorísticos – de clara violência étnica, deturpando e fomentando as mais reacionárias interpretações de uma cultura.
Jornais impressos, virtuais e audiovisuais fazem matérias pobres e descartáveis, ora sobre a imigração ora sobre o bairro da Liberdade. Matérias estas que apenas repetem informações que muitas pessoas, interessadas ou não na questão, já estão tão cansadas de ouvir por não haver um estudo mais amplo sobre o assunto (ocorrendo a banalização da cultura e dos processos sociais e políticos de cada momento histórico).
 
O centenário da imigração japonesa é um marco histórico e cultural para este país, sendo sua importância não apenas voltada para celebrações festivas (tão pouco para a auto-promoção de instituições e empresas) – que somente possuem intuito econômico de lucrar ou a busca por (mais) prestígio – mas principalmente para a reflexão da própria sociedade em questões primordiais como: o racismo, explícito e implícito, dentro da sociedade e dos meios de comunicação; o não-reconhecimento do descendente de japonês como brasileiro (quando o mesmo é apenas reconhecido nos jogos olímpicos); a cultura japonesa analisada e apresentada com seriedade – e não de forma estereotipada e carregada de etnocentrismos – nas mídias; os conflitos e dificuldades enfrentadas pelos imigrantes japoneses antes e durante a 2ª Guerra Mundial e os problemas sociais enfrentados por esta nossa geração (nisseis, sanseis e yonseis); em fim a democratização da cultura (que é de direito a todos os cidadãos perante a Constituição e reafirmado pelo projeto de Cidadania Cultural) entre tantos outros pontos.
O enfoque principal das mídias é a afirmação de uma falsa interatividade com a cultura em suas festividades e rituais (tradições japonesas mantidas ainda no Brasil pelos nikkeis), nas peculiaridades culturais da ethos japonesa (o "exótico" sob a visão etnocêntrica), e a aparente visão democrática sob uma falsa integração cultural, geralmente (e principalmente) expressa nas relações econômicas.
 
Escapando da visão burguesa das mídias, nos deparamos com alguns aspectos reacionários, muito parecidos com o fascismo, provenientes de algumas pessoas e instituições que ainda mantém a idéia de reafirmação dos costumes e valores (em sua totalidade) das tradições. Sempre neste culto ao tradicionalismo e ao passado que precedeu a imigração em cada ano, nunca parando para uma reflexão das questões presentes acerca dos nikkeis na realidade histórica brasileira.
 
O centenário não pode ser marcado por apenas estas duas visões que se torna quase que uma hegemonia. Existe a urgência de discutir com mais profundidade o tema e a questão do oriental nipo-brasileiro e de garantirmos os direitos mais básicos dos cidadãos brasileiros sobre a cultura oriental (japonesa e nipo-brasileira) e seu acesso no Brasil.

Conflitos no Conselho Municipal de Saúde de São Paulo

SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE
Conselho Municipal de Saúde – CMS

Conselho Municipal de Saúde de São Paulo

Nota de Esclarecimento à População de São Paulo

O Conselho Municipal de Saúde de São Paulo (CMS-SP) vem a público esclarecer a população paulistana sobre os fatos graves que estão ameaçando o seu funcionamento democrático, pois violentam os princípios constitucionais do SUS, em especial, os do controle social.

Desde sua criação, ainda nos anos 80, o CMS-SP se constitui de modo tripartite, com representantes do governo municipal, os usuários e os trabalhadores da saúde. Os representantes dos usuários e trabalhadores da saúde sempre foram indicados de modo autônomo pelos seus movimentos e entidades, sem qualquer ingerência dos governos. Mesmo no período de vigência do famigerado PAS, imposto pelos governos Maluf-Pitta, o CMS-SP respeitou essa regra de composição do pleno do Conselho.
Em novembro de 2007, uma vez mais, os movimentos e entidades desencadearam processos eleitorais para indicar seus legítimos representantes ao plenário do CMS-SP. Os resultados desse processo foram amplamente discutidos e aprovados pelo pleno do CMS-SP.

Contudo, em janeiro de 2008, quando aguardávamos que o governo municipal indicasse os seus representantes para comporem o CMS-SP para o período 2008-2009, isso não aconteceu. Para nossa perplexidade, ao invés de indicar seus representantes, o Senhor Secretário Municipal de Saúde, extrapolando completamente suas competências, decidiu substituir a vontade dos movimentos populares e entidades e, de modo autoritário e unilateral, publicou no Diário Oficial do Município, portarias impugnando os eleitos democraticamente pela população paulistana. Um verdadeiro ato de cassação de mandatos populares que faz lembrar os piores momentos da ditadura militar. Para um governo de um partido cujo nome é Democratas, nada pode ser tão contrário à noção de democracia.
Em reunião plenária, realizada em 24/1/08, o CMS-SP deliberou tornar sem efeito os atos autoritários do Senhor Secretário de SMS e dar posse aos conselheiros eleitos peara o período 2008-2009. Isto foi feito em respeito à soberania dos cidadãos paulistanos e contra a ingerência do governo em decisões da comunidade.

São Paulo, 24 de Janeiro de 2008.

Plenária do Conselho Municipal de Saúde de São Paulo

VIDA LONGA AOS QUE LUTAM !
Saudações Cid@d@s

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Consulado Chileno de SP foi Ocupado por Ativistas

Ontem realizamos com sucesso ação direta não-violenta aqui em SP, foram 11 ativistas, entre alguns usamos os macacões brancos de ação direta, ocupamos a sede do consulado por umas duas horas e bloqueamos a entrada do prédio.
 
Dois  dos nossos militantes ocuparam pacificamente a sede do consulado e só saríam depois que a Consulesa os atendeu pessoalmente e recebeu a carta solicitando a expressa libertação de Patricia Troncoso e dos demais prisioneiros Mapuches no Chile.
 
A Consulesa ficou meio contrariada, mas nos atendeu bem e se comprometeu por escrito de que estaria comunicando nossa petição ao ministério de relações exteriores e ao embaixador.
 
Apareceram repórteres do estadão e da TV Gazeta a consul os atendeu, entregamos a carta e demos uma pressionada exigindo a liberação dos prisioneiros mapuches, incluindo a Patricia Troncoso.
 
Após a manifestação realizamos um profundo pedido por Patrícia e pelo Povo Mapuche.
 
Parabéns aos Manifestantes pela Coragem! Bom trabalho!!!
 
Saudações Revolucionárias!

Ato realizado em frente a Embaixada do Chile na Argentina

Acto realizado en frente a la Embajada de Chile en Buenos Aires.
Fueren aproximadamente unos 50 manifestantes, con banderas del Cto. de las Culturas, del Movimiento, y con carteles con consignas denunciando la situación del pueblo Mapuche y pidiendo la libertad  de Patrica Troncoso.
En las puertas de la embajada,  nuestro vocero (Guillermo S.)  fue recibido por el Consejero de la embajada  Walberto Drault  a quién se l explicó el motivo de la manifestación y se le entregó el petitorio.   El consejero de la embajada recibió la carta y se comprometió a pasarla de inmediato por fax al  gobierno en Santiago.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Policiais Civis organizam Manifestação em Alagoas

Hoje Policiais civis alagoanos promoveram um protesto no Centro de Maceió, reivindicando reajustes de salário, conserto das viaturas e condições dignas de trabalho.
 
Veja a reportagem na íntegra através deste link:

Roda de Conversa Sobre a Campanha Pela Redução da Tarifa de Energia

Dia 26 de janeiro, às 10:30 horas, a Assembléia Popular Estadual de SP participará da Sábado-feira com uma Roda de Conversa - apresentando a AP para os movimentos presentes e debatendo trabalho de base através da bandeira pela redução da tarifa de energia
elétrica.
 
Local: Centro de Eventos São Luis - Rua Luis Coelho, 323, próximo ao metrô Consolação.

Ocupação da OIT no Chile pela Libertação dos Mapuches

Hoje as 12h00, foram realizadas ocupações pacíficas em diversas embaixadas e consulados chilenos,
no Chile o próprio Tomás Hirsch ocupou a sede da OIT para chamar a atenção sobre os 106 dias de jejum
de Patrícia Troncoso (irmã Mapuche que jejua pela justiça para os Mapuche).
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Hoy, 12H00 , ocupación pacifica de la sede de la OIT en Chile con Tomás Hirsch
llamando la atención sobre los 106 días de ayuno de Patricia Troncoso
(hermana mapuche que ayuna por la justicia para los mapuche)
 
 
Mais fotos e vídeos no blog - www.revolucaonaoviolenta.blogspot.com

 

Ocupação Não-Violenta do Banco Central na Argentina

Para saber os motivos desta Ação Direta acesse:
 
link con la cobertura de Telesur
 
También link de notita publicada en Página 12

Vídeos da Manifestação contra o CIADI na Argentina


Clique nos links abaixo para assistir os vídeos:
 
Reportagem na Telesur:

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Protesto em SP pela Libertação dos Presos Mapuches

Manifestação em SP pela Libertação dos Presos Mapuches

Quinta-feira (24/jan) às 10h00

AV. PAULISTA 1009. Na porta do Consulado do Chile.

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Simultâneo a este ato estarão ocorrendo outros similares em embaixadas e consulados de outros países, 
estaremos entregando um requerimento especial a Consulesa Geral do Chile para pressionar o governo chileno
e estaremos convocando a imprensa. Outras organizações e movimentos que queiram se somar serão muito
bem vindos!
 
Quem quiser saber mais sobre o conflito pode acessar os links:

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Carta de Tomás Hirsch sobre a Prisão Política de Patricia e dos Mapuches

Liberdade para Patricia Troncoso e para o povo mapuche

Governo do Chile continua atropelando os Direitos Humanos


Queremos chamar a atenção internacional para denunciar o maltrato que está sofrendo o povo mapuche por parte do governo chileno e para solidarizar com Patricia Troncoso, membro da comunidade mapuche, prisioneira numa prisão chilena, que está a mais de 100 dias em greve de fome.


A vida de Patricia Troncoso está correndo sério risco vital. O governo chileno pode resolver esta dramática situação respondendo favoravelmente a suas duas simples demandas: saida dominical e translado a um centro penitenciário agrícola.


A luta do povo mapuche é a de todos os povo originários, não tem fronteiras administrativas artificiais pois se enlaça com o reconhecimento que nossa América Latina está conformada por múltiplas nações e povos, os quais durante mais de 500 anos tem sido discriminados, marginalizados e perseguidos.


O processo movido contra Patricia está cheio de irregularidades: duas vezes foi declarada inocente; mas apesar disto, o governo chileno lhe aplicou uma lei criada pela Ditadura Militar chamada" Lei Antiterrorista" através da qual se usaram testemunhas sem rostos e aos quais se lhes pagou uma grande quantidade de dinheiro para que testemunhasssem contra Patricia.


Patricia e milhares de camponeses mapuches que vivem em comunidades indígenas encurraladas por empresas florestais multinacionais e fazendas privadas, têm sido atropelados nos seus mais elementares direitos humanos, sofrendo perseguições, torturas, provocações e humilhações por parte das forças militarizadas da policia chilena e pelo sistema judicial imperante.


O atual estado de saúde de Patrícia é muito critico de acordo com o informe elaborado por uma junta médica, formada por solicitação expressa da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Esta junta médica recomenda – entre outras cosas - seu translado urgente a um Hospital de Santiago de Chile. Não obstante isto, Patricia continua algemada a seu leito num hospital de província, incomunicada, e inclusive lhe negaram a possibilidade de comunicação telefônica com o Secretário Executivo da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.


Nos parece realmente vergonhoso e inaceitável o proceder do Governo do Chile contra uma muher que está en risco de vida e que simplesmente clama por justiça para ela e para seu povo.


Exigimos a imediata solução a esta situação de Patrícia Troncoso e do povo mapuche.


Pedimos que a presidente de Chile, Michelle Bachelet, se comunique de coração a coração com este povo e inicie um diálogo direto para reparar as injustiças causadas.


Tomás Hirsch

Porta-voz do Humanismo para América Latina.


 
 

Libertad para Patricia Troncoso y para el pueblo mapuche

Gobierno de Chile continúa atropello de Derechos Humanos


Queremos llamar la atención internacional para denunciar el maltrato que está sufriendo el pueblo mapuche por parte del gobierno chileno y para solidarizar con Patricia Troncoso, comunera mapuche, prisionera en las cárceles chilenas, quien lleva más de 100 días en huelga de hambre.


La vida de Patricia Troncoso está en serio riesgo vital. El gobierno chileno puede resolver esta dramática situación respondiendo favorablemente a sus dos simples demandas: salida dominical y traslado a un centro penitencial agrícola.


La lucha del pueblo mapuche es la de todos los pueblos originarios, no tiene fronteras administrativas artificiales pues se enlaza con el reconocimiento que nuestra América Latina está conformada por múltiples naciones y pueblos, los cuales durante más de 500 años han sido discriminados, marginados y perseguidos.


El proceso en contra de Patricia ha estado lleno de irregularidades: dos veces fue declarada inocente; pese a ello, el gobierno chileno le aplicó una ley creada por la Dictadura Militar llamada"Ley Antiterrorista" a través de la cual se usaron testigos sin rostros y a los cuales se les pagó una gran cantidad de dinero para que testificaran en su contra.


Patricia y miles de campesinos mapuches que viven en comunidades indígenas acorraladas por empresas forestales multinacionales y haciendas privadas, han visto atropellados sus más elementales derechos humanos, sufriendo persecuciones, torturas, allanamientos y vejaciones por parte de las fuerzas militarizadas de la policía chilena y por el sistema judicial imperante.


El actual estado de salud de Patricia es muy crítico de acuerdo al informe elaborado por una junta médica, formada por solicitud expresa de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos. Esta junta médica recomienda –entre otras cosas- su traslado urgente a un Hospital de Santiago de Chile. No obstante esto, a Patricia se la mantiene engrillada a su camilla en un hospital de provincia, incomunicada, e incluso se le ha negado la posibilidad de comunicación telefónica con el Secretario Ejecutivo de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos.


Nos parece realmente vergonzoso e inaceptable el proceder del Gobierno de Chile en contra de una mujer que está en riesgo vital y que simplemente clama por justicia para ella y para su pueblo.


Exigimos la inmediata solución a la situación de Patricia Troncoso y del pueblo mapuche.


Pedimos que la presidenta de Chile, Michelle Bachelet, se comunique de corazón a corazón con este pueblo e inicie un diálogo directo para reparar las injusticias causadas.


Tomás Hirsch

Vocero del Humanismo para Latinoamérica

O povo mapuche de pé

O povo mapuche de pé

por jpereiraÚltima modificação 04/12/2007 17:07
Contribuidores: Raúl Zibechi

Uma longa greve de fome de cinco presos políticos mapuche parece mostrar o aprofundamento de uma longa luta de um povo por seu território

Uma longa greve de fome de cinco presos políticos mapuche parece mostrar o aprofundamento de uma longa luta de um povo por seu território Reportagem do Brasil de Fato
 
04/12/2007

Raúl Zibechi


"Denunciamos que o Chile é o único país da América Latina onde se persegue e prende membros de um povo originário ancestral que luta por seus direitos", assinala a Carta Aberta enviada em 11 de novembro por cinco presos em greve de fome desde 10 de outubro na prisão de Angol. Patricia Trancoso, Jaime Marileo, Julian Lillalen, José Huenchunao e Héctor Llaitul assumiram a representação dos 18 presos mapuches em diversas prisões chilenas e lançaram uma greve de fome "líqüida e indefinida" com dois objetivos básicos: a liberdade de todos os presos definidos como "políticos" – e não como terroristas, como aponta o governo de Michelle Bachelet – e "a desmilitarização e o fim da repressão às comunidades mobilizadas por seus direitos políticos e territoriais".

Os presos se consideram "reféns do Estado chileno". Nas cidades de Temuco,Valdívia e Santiago foram realizadas manifestações e ações em solidariedade aos presos, e desenvolveram-se várias jornadas de solidariedade por parte de países europeus.

Dia 12 de novembro, uma delegação de parlamentares venezuelanos visitou a prisão de Angol e manifestou sua preocupação pelo estado de saúde dos presos que perderam de 15 a 20 quilos. A Coordenação Andina de Organizações Indígenas (CAOI) enviou uma carta à presidente Bachelet, por meio de seu coordenador Miguel Palacín, em que exige a abertura de um diálogo com os representantes do povo mapuche.

Até agora, o governo chileno mostrou total indiferença, mas dia 19 de novembro a Justiça entrou com uma ação para intervir na greve de fome e internar um dos presos em algum centro assistencial, caso se registrasse uma piora em seu estado de saúde. Dia 21 de novembro, familiares e amigos dos presos políticos mapuche iniciaram outra greve de fome na catedral de Cañete. Em um comunicado, recordam que nos governos da Concertación Democrática (desde 1990) foram processados 400 mapuche pela Lei de Segurança Interior ou a Lei Antiterrorista, já que o Estado chileno considera a resistência mapuche por suas terras como terrorismo.


Uma nova etapa

Segundo o historiador Víctor Toledo Llancaqueo, o atual movimento mapuche que emerge nos anos 1980, na etapa final da ditadura de Augusto Pinochet, "protagonizou pelo menos três grandes ciclos de mobilizações por seus direitos". O primeiro se registrou sob a ditadura com o objetivo de defender as terras comunitárias. Logo, no começo da transição democrática, em 1989, realizou-se o acordo Nova Imperial em que a Concertación comprometeu-se a impulsionar uma nova lei indígena em troca de que os mapuche interrompessem as mobilizações. Muitos temiam, avalia Toledo, que se repetisse um processo de conquistas de terras semelhante ao dos anos 1970-1973, durante o governo de Salvador Allende.

Em resposta à cooptação que esse acordo potencialmente trazia, nasce, em 1990, o Conselho de Todas as Terras que exige autonomia e participação política e realiza conquistas simbólicas de terras. Em 1992, o governo detém 70 indígenas e os acusa de "delinqüentes", e a Justiça processa 144 mapuche por "usurpação" e "associação ilícita". O processo esteve repleto de vícios e foi considerado uma aberração jurídica.

Até 1997, abre-se um novo ciclo por meio do surgimento de diversos conflitos que afetam as grandes empresas florestais e de energia. O Estado, aliado incondicional das empresas, vê destruída sua política indígena já que as duas organizações estatais de assistência (a Corporação Nacional de Desenvolvimento Indígena e o Fundo de Terras e Águas Indígenas) colapsam ao não conseguirem responder às demandas das comunidades. Sem política e sem querer conceder direitos, o governo endurece a repressão.

O caso Ralco (1997), um megaprojeto energético em terras mapuche em Alto Bio Bio, é um divisor de águas já que o governo violou a legislação ao colocá-lo em funcionamento. "A muralha de Ralco levantou uma fronteira política entre os mapuche e o Estado", assegura Toledo. Nesse mesmo ano, no caso Lumaco, 2 milhões de hectares de plantações florestais artificiais e uma fábrica de celulose converteram-se em "um enclave que transformou a geografia e o poder no sul do país, alterando o meio ambiente e empobrecendo as regiões".

Forçado à mobilização, frente a inexistência de vias legais para o povo mapuche, o movimento se fortalece e demonstra iniciativas culturais, artísticas e de meios de comunicação próprios. Surgem novas organizações territoriais como a Coordenação Arauco Malleco e a Associação Nankucheo de Lumaco. Fruto da mobilização, terras são recuperadas, a tal ponto que os fundos estatais de compras de terras para as comunidades passam de 5 milhões de dólares, em 1995, para mais de 30 milhões em 2001, sob o governo de Ricardo Lagos.

Novamente, a resposta a essa nova onda de mobilizações foi a criminalização dos protestos. Abriram-se processos ante a Justiça Militar durante os anos 2000 e 2001, até que ao final desse mesmo ano se inicia a aplicação da lei 18.314 ou Lei Antiterrorista, dentro do marco do clima gerado pelos atentados de 11 de setembro de 2001, em Nova York. Combina-se repressão com trabalhos de inteligência e cooptação da intelectualidade indígena. Entre novembro de 2001 e outubro de 2003, são processados 209 mapuche somente na região de Araucanía, enquanto centenas foram detidos em manifestações, golpeados e maltratados.

Rumo ao aprofundamento das lutas

Com o governo de Michelle Bachelet (2006), as coisas não mudaram. A repressão se manteve intacta ainda que já não se aplique mais a Lei Antiterrorista.

Iván Llanquileo, da comunidade Juana Millahual, que esteve dois meses preso e foi posto em liberdade dia 9 de novembro, avalia que a partir das lutas de 1997 "passa-se a uma outra etapa da luta mapuche que consiste em entrar fundo, trabalhar, defender e exercer controle territorial". Por meio da ação direta, sua comunidade conseguiu recuperar centenas de hectareas daqueles 10 mil usurpados pelos colonos e passadas às empresas florestais.

Nessa nova etapa, já não se ocupam as terras de forma simbólica como no início dos anos 1990, mas sim de forma permanente e para produzir sua vida cotidiana. E já não se pede terras, mas territórios. Isso os leva a um enfrentamento frontal e inevitável com as transnacionais da mineração, da energia e do papel. Eles mesmos asseguram que não têm outra opção. Os mapuche se definem como "um povo que resiste em desaparecer". A Coordenação Arauco Malleco, que se define como "anticapitalista, antimperialista e libertária", difundiu um comunicado em que assegura que "nos encontramos em uma conjuntura histórica de extinção ou continuidade cultural, social e territorial, ou seja, entre a vida ou a morte de nosso mundo mapuche".



Raúl Zibechi é membro do Conselho de Redação do semanário Brecha de Montevidéu, docente e pesquisador dos movimentos sociais na Multiversidad Franciscana de América Latina, e assessor de vários grupos sociais.



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[1] Víctor Toledo Llancaqueo, "Prima ratio. Movilización mapuche y política penal", en revista OSAL No. 22, Buenos Aires, setembre de 2007,


[2] "Entrevista a Iván Llanquileo", 19 de novembre de 2007, en www.eutsi.org


[3] "Los mapuche en pie", revista Ojarasca, México, novembre de 2007.


http://www.alainet.org/active/20825〈=es

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

MANIFESTAÇÃO CONTRA A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

20/01/ 08 - 13HS - SÃO PAULO /SP

Manifestação com a presença de D. Cappio em frente à Igreja de São Judas.
(Av. Jabaquara, 2682 - próximo ao metrô São Judas)

14 horas - O bispo celebrará missa na Igreja.

Contra a transposição do São Francisco!

Estamos com D. Cappio neste dia 20/01

Comitê paulista contra a transposição do rio São Francisco: Fórum das Pastorais Sociais da Arquidiocese de São Paulo - Sefras (Serviço Franciscano de Solidariedade) - Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas) - Intersindical - MRNV ( Movimento Revolução Não-Violenta), Abra (Associação Brasileira de Reforma Agrária) - Plínio de Arruda Sampaio - Sindicato dos Bancários da Baixada Santista e região - Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de SP (Sintrajud) - Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de SP (Sinsprev) - mandato popular do deputado estadual Raul Marcelo - mandato popular do deputado federal Ivan Valente - PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) - PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) - CEBs (Comunidades Eclesiais de Base da Arquidiocese de São Paulo) - PCB(Partido Comunista Brasileiro) - PH (Partido Humanista do Brasil) - Refundação Comunista.

Neste dia 20 de janeiro estaremos juntos com D. Luiz Flávio Cappio em mais um ato contra a transposição do rio São Francisco. Nos somamos a essa luta porque a população brasileira precisa saber que a alteração do curso das águas promovida pelo governo Lula tem como verdadeiro objetivo beneficiar grandes exportadores da região nordeste do país. Criadores de camarão, plantadores de algodão colorido e empreiteiros é que vão se dar bem com essa obra que vai tirar bilhões de reais das áreas sociais.

Como bem disse o bispo ao encerrar uma segunda jornada de greve de fome, "o governo Lula morreu, estamos no governo Inácio da Silva". Um governo que foi eleito e reeleito pelo povo, mas se somou ao projeto das elites desde o início do primeiro mandato.

A transposição já consumiu 370 milhões de reais dos cofres públicos. Até 2010, o governo pretende gastar 5 bilhões nessa obra, a maior parte para o pagamento de empreiteiras privadas. A propaganda de que a transposição levará água àqueles que morrem de sede no Nordeste é mais uma enrolação. Apenas 5% da superfície do semiárido será atingida pela obra. Nenhuma das barragens da região do Seridó, por exemplo, onde o quadro das secas é mais acentuado no Rio Grande do Norte, receberá as águas da transposição. É a indústria da seca moderna.

Por isso, contamos com a sua presença neste ato, em defesa da sobrevivência do rio São Francisco e do povo que dele precisa. Diga não à transposição.

Fotos da Reunião Virtual da Assembléia Humanista

Delegações Humanistas estiveram reunidos em São Paulo em Janeiro de 2008
 
Na última semana delegações de diversos países como Argentina, Chile, Bolívia e Equador se reuniram no Parque Caucaia, localizado no município de Cotia.
 
Entre os convidados destacamos a presença ilustre de Tomás Hirsch e Dário Ergas, que vieram intercambiar sobre a difusão massiva dos ideais humanistas e da Não-violência Revolucionária aqui no País.
 
Houveram intercâmbios e encontros informais muito inspiradores para todos, foi debatida a conjuntura Social e Política da América Latina e houve a reunião da assembléia mundial do Movimento Humanista, realizada através de videoconferência.
 
A Assembléia definiu como pauta prioritária a difusão massiva das conferências mensais que silo estará transmitindo todo último sábado do mês, difusão das as frentes de ação,organismos e do partido através da TV, a mobilização para o Fórum Latinoamericano de 2008 que será realizado em Buenos Aires e a criação das condições para a mobilização de 100 mil pessoas para Punta de Vacas em 2010.
 
No Brasil, a Coordenação Nacional do Movimento estará se reunindo até final de janeiro para definir quando e onde será realizado o próximo Fórum Brasileiro.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Prefeitura de São Paulo expulsa pobres de áreas nobres da cidade

Atendendo aos interesses da especulação imobiliária, Gilberto Kassab desaloja favelas e ocupações e joga pobres na periferia da capital
 
da Redação do Jornal Brasil de Fato

Sexta-feira, 9 horas da manhã. Bairro de Guaianazes, zona leste de São Paulo. Sob o sol forte, Francisca de Jesus e outras moradoras do conjunto habitacional José Bonifácio sobem a estrada de terra que dá acesso aos prédios da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU).

Se fosse há um ano atrás, a pernambucana de 34 anos não estaria em casa a essa hora da manhã. Mas, desde março de 2007, quando foi removida da favela Ilha Verde pela Prefeitura, localizada na alça de acesso da Ponte do Anhangüera, bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo, a empregada doméstica foi demitida. "Como a casa onde trabalhava era mais perto, dava para ir só com uma condução. Como daqui preciso pegar dois ônibus para ir e dois para voltar, minha patroa não concordou em pagar", lamenta. Resultado: agora, trabalho para Francisca é só por dia, de faxina, e mesmo assim, o pagamento de uma das conduções sai do seu bolso.

Reintegração de posse

A situação de Francisca não é diferente dos outros novos moradores do conjunto habitacional. Para chegar às estações de metrô Itaquera e Guaianazes, localizadas a 8 e 4 quilômetros dos prédios, respectivamente, os moradores precisam caminhar até um ponto onde passa uma perua, "às vezes, de hora em hora, às vezes demora bem mais", conta Pedro Vieira, também removido da favela Ilha Verde. "Assim, mesmo acordando às 3 horas da manhã, de tanto eu atrasar, acabei perdendo o emprego", conta. De acordo com ele, muitos dos moradores dos prédios foram perdendo seus empregos e, hoje, a maioria está com dificuldades de arcar com as prestações mensais de R$ 57 do imóvel, que foi financiado por 25 anos.

O empreendimento da CDHU, no momento, abriga famílias que foram desalojadas de diversas favelas que sofreram reintegração de posse nos últimos dois anos – como a Ilha Verde – e 150 famílias despejadas da ocupação Prestes Maia, que ficava localizada no centro da cidade.


Limpeza social

A transferência de famílias de baixa renda que vivem em favelas, cortiços e ocupações em áreas nobres da cidade para bairros periféricos sem oferecer infra-estrutura tem sido prática da gestão municipal de Gilberto Kassab (DEM), seguindo a mesma política de José Serra (PSDB). De acordo com Kazou Nakano, urbanista do Instituto Pólis, com "o boom imobiliário, e o crescimento da indústria da construção civil, o processo de disputa pela terra urbana tornou-se mais acirrado e conflituoso. Essas reintegrações de posse e remoção de famílias estão sendo feitas para valorizar as áreas de interesse do capital imobiliário", aponta. Assim, explica Nakano, "a política habitacional do município tem sido ineficaz e descomprometida com os direitos sociais, com o direito à cidade. É isso que estamos vendo nesse processo de remoção de favelas que vem acontecendo nos últimos dois anos nas áreas de interesse do capital imobiliário", critica.

Em dezembro do ano passado, a Prefeitura despejou moradores da favela Real Parque, localizada no bairro do Morumbi, referência de lançamentos imobiliários milionários e considerado um dos bairros mais ricos da cidade. Também há denúncias de que funcionários da subprefeitura de Santo Amaro têm pressionado os moradores da Comunidade Campo Grande/Jurubatuba (localizada em Santo Amaro) a aceitar um pagamento da construtora Gafisa para saírem da região onde moram desde 1987. A construtora estaria oferecendo R$ 15 mil a cada família da favela, localizada ao lado de um empreendimento imobiliário em início de construção. Para 2008, a Prefeitura de São Paulo vai iniciar um processo de remoção das 19 favelas sob alças das marginais Pinheiros e Tietê, de acordo com o prefeito Gilberto Kassab (DEM, ex-PFL).

Promessas não cumpridas

De acordo com as famílias que estão vivendo em Guaianazes, a Prefeitura garantiu que no bairro para onde foram transferidos, haveria emprego (um frigorífico estaria sendo instalado nas vizinhanças e iria empregar parte dos novos moradores), mercado, escola e posto de saúde próximos. "Nada disso é verdade. As escolas não têm vagas suficientes para nossos filhos, o posto de saúde não tem especialistas e o orelhão mais próximo daqui é a 3 quilômetros", reclama Francisca, que só consegue garantir o sustento de seus dois filhos graças ao emprego de pedreiro do marido. Outra reclamação dos moradores do empreendimento da CDHU é de que a estrada que dá acesso aos prédios não é asfaltada, e tem apenas um poste de iluminação, conquistado após muita reivindicação. "Quando chove, as pessoas ficam cheias de barro nos pés; quando saem de madrugada para trabalhar, a estrada é tão escura que mal se enxerga o caminho", afirma a líder comunitária Marli Medeiros Marques, moradora do bairro. A Prefeitura foi procurada para comentar o caso, mas não se pronunciou a respeito. (leia a reportagem completa na edição 256 do jornal Brasil de Fato).


DOM LUIS CAPPIO EM SÃO PAULO

 
DOM LUIS CAPPIO EM SÃO PAULO
DOMINGO – 20.01 – IGREJA DE SÃO JUDAS - 13 hs

 

No próximo domingo, dia 20, Dom Luis Cappio estará em S. Paulo, para celebrar uma missa às 14 horas na Igreja de São Judas (próximo ao metrô S Judas) em homenagem aos migrantes baianos.

 

Diversas organizações como a O Instituto da Não-Violência, a Conlutas, as Pastorais Sociais, a Pastoral Operária, o Sefras, a Abrapa, a Intersindical, estão organizando uma atividade à partir das 13 horas em frente à igreja de São Judas para levarmos a nossa solidariedade a Dom Luis e nosso total apoio à luta contra a transposição do Rio São Francisco. A

 

Todas as entidades que puderem enviar representações, colocar suas faixas ao redor da igreja, serão benvindas.


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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Ato de Solidariedade à Bolívia no RJ

CASA DA AMÉRICA LATINA CONVIDA:
 
ATO DE SOLIDARIEDADE AO POVO BOLIVIANO
(18 de janeiro de 2008)
 
"DOIS ANOS DE REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA E CULTURAL"
 
            A Casa da América Latina convida todas as organizações políticas e sociais e todos os progressistas do Rio de Janeiro a se associarem às comemorações do segundo aniversário da posse do Presidente boliviano, Evo Morales, que se dará no próximo dia 18 de janeiro de 2008.
 
            Em função do momento crucial por que passa a revolução política e cultural boliviana, faremos das comemorações também um ATO DE SOLIDARIEDADE AO POVO, AO GOVERNO, À ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE E ÀS ORGANIZAÇÕES POLÍTICAS E SOCIAIS, que sustentam o processo de mudanças democráticas em curso naquele país.
 
            O ATO PÚBLICO será realizado no dia 18 de janeiro de 2008 (sexta-feira), na Associação Scholem Aleichem (ASA), na Rua São Clemente,155 (perto do Metrô Botafogo), com a presença da Cônsul Geral da Bolívia no Rio de Janeiro, SHIRLEY OROZCO RAMIREZ, que proferirá uma palestra sobre o balanço dos dois anos do Governo Evo Morales. O evento marcará também o Ato de Lançamento do CINE CLUBE DA CASA DA AMÉRICA LATINA, na própria sala da Associação em que funcionará. Eis a programação:
 
18:00 – Lançamento do CINE CLUBE CASA DA AMÉRICA LATINA , com a exibição de documentários sobre a trajetória de Evo Morales e as lutas sociais na Bolívia;
19:00 – "Balanço, Êxitos e Desafios do governo boliviano" : palestra da Cônsul Geral da Bolívia, SHIRLEY OROZCO RAMIREZ;
20:00 – Ato de lançamento do Manifesto de Solidariedade ao Povo Boliviano , com coleta de assinaturas (vide redação abaixo);
20:30 - Coquetel e música boliviana.
 
SOLIDARIEDADE AO POVO BOLIVIANO
 
        Os bolivianos resolveram dar um basta à história de exploração de suas riquezas naturais e de seu povo, por parte de uma oligarquia associada ao grande capital, que fez da Bolívia um dos países mais injustos da face da terra.
 
        Tomando o destino em suas mãos, o povo boliviano está decidido a levar a efeito a presente revolução política e cultural, de caráter democrático e popular, cujo instrumento principal é a nova Constituição, destinada a democratizar o país, introduzir direitos para as maiorias e reconhecer a pluralidade dos povos e nações que compõem a Bolívia.
 
        Diante da insistência dos oligarcas em tentar desestabilizar os poderes legitimamente constituídos - com o objetivo de manterem seus privilégios -, expressamos nossa solidariedade militante ao povo boliviano, ao Presidente Evo Morales, à Assembléia Constituinte e às organizações políticas e sociais que respaldam o processo de mudanças decidido democraticamente pela grande maioria da população.
        Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2008

Tomás Hirsch e Dário Ergas visitam o Brasil

Delegações Humanistas estiveram reunidos em São Paulo em Janeiro de 2008
 
Na última semana delegações de diversos países como Argentina, Chile, Bolívia e Equador se reuniram no Parque Caucaia, localizado no município de Cotia.
 
Entre os convidados destacamos a presença ilustre de Tomás Hirsch e Dário Ergas, que vieram intercambiar sobre a difusão massiva dos ideais humanistas e da Não-violência Revolucionária aqui no País.
 
Houveram intercâmbios e encontros informais muito inspiradores para todos, foi debatida a conjuntura Social e Política da América Latina e houve a reunião da assembléia mundial do Movimento Humanista, realizada através de videoconferência.
 
A Assembléia definiu como pauta prioritária a difusão massiva das conferências mensais que silo estará transmitindo todo último sábado do mês, difusão das as frentes de ação,organismos e do partido através da TV, a mobilização para o Fórum Latinoamericano de 2008 que será realizado em Buenos Aires e a criação das condições para a mobilização de 100 mil pessoas para Punta de Vacas em 2010.
 
No Brasil, a Coordenação Nacional do Movimento estará se reunindo até final de janeiro para definir quando e onde será realizado o próximo Fórum Brasileiro.
 
 

Invasão da Sede do PSTU

*da redação do Opinião Socialista
 
*A invasão*
 
A sede nacional do PSTU foi invadida na madrugada de 30 de dezembro e tudo
indica que a ação foi um atentado político. A apuração inicial dos itens
roubados, depoimentos e imagens de câmeras de vigilância próximas mostraram
que o saque à sede se trata de um crime político e não de um assalto comum.

Pelo menos três pessoas invadiram o local às 2h59 da madrugada e lá
permaneceram por quatro horas. O prolongado período de permanência não
corresponde ao volume material do roubo, essencialmente computadores usados.
O foco central dos invasores foi a busca de informações e documentos do
partido e não de bens materiais. Levaram computadores com dados e a
prestação de contas do partido e deixaram talões de cheques, uma impressora
moderna e dois celulares novos na caixa. A operação foi cuidadosamente
executada, sendo precedida do corte das linhas telefônicas.

Em nota pública, o partido responsabilizou os governos federal, estadual e
municipal. Expressão disso é a completa inoperância perante o crime. Até
este momento não houve absolutamente nenhuma investigação policial.
 
*PSTU exigirá providências de ministro Tarso Genro

Para o partido, invasão foi ataque político e é parte da onda de
criminalização aos movimentos sociais

• O PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) marcou uma
audiência com o ministro da Justiça, Tarso Genro, para o dia 17 de janeiro,
às 12h30, para discutir a recente invasão ocorrida na sede do partido. Na
reunião, o partido irá discutir o que aconteceu e pedir providências.

*Campanha*
**
Diante da identificação deste crime político, o PSTU iniciou uma campanha de
solidariedade <http://www.pstu.org.br/solidariedade_pstu.asp>, chamando
partidos, sindicatos, entidades do movimento sindical, estudantil e popular
a se posicionarem contra o ataque. Diversas mensagens já foram enviadas de
todo o país. Também já chegaram apoios de outros países, como Espanha,
Haiti, Portugal, Argentina, Peru e Chile.

REUNIAO DE PREPARAÇAO DO 8 DE MARÇO 2008

 
ATENÇÃO TODAS COMPANHEIRAS!
REUNIÃO PARA PREPARAÇÃO DO 8 DE MARÇO 2008.
 
QUINTA-FEIRA, 31 de janeiro de 2008
Local: CIM - Praça Roosevelt, 605, Centro, SP (ao lado da Igreja da Consolação)
Horário: 18 horas
DIVULGUEM!!!!!!!!
 
Saudações Feministas
 

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