terça-feira, 30 de setembro de 2008

Lançamento de Enciclopédia Humanista

Temos o prazer de anunciar o lançamento da Enciclopedia Humanista

Se trata de un trabalho realizado com a tecnología Wiki (a mesmo da Wikipedia)
que permite, um grande trabalho colaborativo na construção de conhecimento.

A enciclopedia há conta atualmente com cerca de 600 artigos,
fotos, vídeos e audios. Além disso tem uma versão multimídiaem
http://www.humanipedia.org/media interconectada com humanipedia.
 
Te esperamos !!
A equipe da eniclopedia humanista

Campanha de Assinaturas para Legalização do Partido

Dando continuidade em nosso objetivo de legalizar o Partido Humanista, convidamos a todos os membros, amigos, simpatizantes, colaboradores.

Para participar no próximo dia 5 de Outubro.
 
DIA DO PARTIDO HUMANISTA!
Campanha de adesões e voto nos candidatos Humanistas.

Iremos nos concentrar em vários pontos da cidade com grupos de 3 ou mais pessoas. Vamos cobrir as zonas que tenham maior número de votantes para conseguir o maior número de assinaturas. Como sabem, em SP como em outras capitais e cidades, as pessoas não andam com o Título de eleitor, por isso achamos uma importante data para conseguirmos preencher toda a ficha de adesão e conseguir uma grande quantidade de adesões.

Estamos propondo que em cada região, bairro, fique um ou dois responsáveis e que nos envie o lugar e horário que estarão, para que confirmemos com os demais amigos. As fichas podem ser baixadas diretamente do site www.ph.org.br . Quem estiver em outras cidades, favor tirar cópias ou pedir para que enviemos algumas cópias originais.

Esperamos pelas manifestações !!

3º Fórum Humanista Latino-americano

Nos dias 6, 7 e 8 de novembro de 2008 será realizado o 3º Fórum Humanista Latino-americano "Unidos por um Futuro sem Violência", nas Faculdades de Medicina e de Ciências Econômicas da Universidade de Buenos Aires, Argentina.Nos reuniremos pessoas; instituições; organizações sociais, políticas e culturais e governos que queiram trabalhar para reforçar a integração latino-americana, sob o signo da não-violência e a liberdade de todos os habitantes de nossa região.

Em Outubro de 2006, em ocasião do 1º Fórum Regional Humanista, em Quito, declarou-se: "devemos primeiro construir grandes projetos de integração regional, sem perder de vista o fato de que não estamos aspirando à constituição de regiões que depois choquem entre si, mas a integrações regionais que depois possam contribuir umas com outras…" Posteriormente, em Novembro de 2007, no II FHLa, em La Paz, se disse: "A resolução de conflitos históricos e o desarmamento progressivo e proporcional entre países da região são temas fundamentais para a integração latino-americana. "As guerras não são iniciativa dos povos e sim dos interesses econômicos que os exploram".

Aspiramos à unidade latino-americana e esta é uma intenção lançada ao futuro integrando os valores das diferentes culturas do continente baseados no respeito pelas diferenças, o repúdio à violência e a superação do sofrimento social e pessoal.

V - MARCHA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

ESTAMOS REFORÇANDO O CONVITE A TOD@S QUILOMBOLAS E
REMANESCENTES, REPRESENTANTES DE ENTIDADES, MILITANTES DO
MOVIMENTO SOCIAL E NEGRO, CASAS DE AXÉ, JUVENTUDE,
SAMBISTAS, VELHA-GUARDA, INTELECTUAIS, E TODA A COMUNIDADE
QUE QUEIRA FAZER PARTE DESTA HISTORIA, PARA REUNIÃO DA
ORGANIZAÇÃO DO 20 DE NOVEMBRO EM SP. DATA: SEGUNDA FEIRA,
DIA 29 DE SETEMBRO - 18H30 LOCAL: SEDE DO CEABRA-SP. AV.
SÃO JOÃO 313 - 11º ANDAR, CENTRO -SP.
 
VENHAM FAZER PARTE DESTA ORGANIZAÇÃO E REPASSEM PARA SEUS CONTATOS.
NOS ENCONTRAMOS LÁ. AXÉ.
 

Convocatória 02 de Outubro em SP

Convocatória 02 de Outubro em SP

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Movimento de ocupação da UERJ

Blog do movimento de ocupação da UERJ.

http://www.uerjocupada.blogspot.com/

Vale a pena dar uma olhada - e assistir aos vídeos.

Frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres

Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!

Pela não criminalização das mulheres e pela legalização do aborto!

Em razão do Dia Latino- Americano pela Descriminalização do aborto, dia 28
de setembro, as entidades e organizações feministas abaixo assinadas
convidam para o lançamento, no Distrito Federal, Frente nacional pelo fim da
criminalização das mulheres e pela legalização do aborto":

CUT-DF e Sindicatos Filiados, Marcha Mundial de Mulheres – DF, CFEMEA -
Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Movimento Nacional Cidadãs
PositHIVas - núcleo DF e Entorno, Sapataria: Coletivo de Mulheres Lésbicas e
Bissexuais do DF, Coturno de Vênus, Fórum de Mulheres Negras -DF, Promotoras
Legais Populares – DF, korpus krisis, Wendo -DF.

Dia 23/09 - terça-feira

Exibição do filme "O aborto dos outros", com a presença da diretora Carla
Gallo

Local: Auditório do CEAN (607 norte, entrada pela L2)

Horário:

14h - Primeira exibição

16h - Oficina "batucada feminista"

19h - Segunda exibição

Dia 26/09 - sexta-feira

Ato com performance, batucada e panfletagem

Local: concentração na plataforma superior da Rodoviária (próx. semáforo)

Horário: a partir das 16h

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O Aborto dos Outros

(O Aborto dos Outros, Brasil, 2007)

Gênero: Documentário

Duração: 72 min.

Cotação: 9,1 (19 votos)

Diretor(es): Carla Gallo (2)

Estréia: 19.09.2008

SINOPSE

Vítima de estupro, uma menina de 13 anos aguarda no hospital os
procedimentos para um aborto legal já autorizado. Grávida de seis meses, uma
mulher casada concorda em interromper a gravidez a conselho médico, depois
que exames constatam defeitos irreversíveis no feto. Também vítimas de
estupro, outras mulheres, uma delas mãe de três filhos, debatem-se com seus
dilemas religiosos, temendo castigo de Deus depois da intervenção. Empregada
doméstica que recorreu a um remédio para provocar o aborto teve hemorragia
intensa, foi parar num hospital. Acabou denunciada e sendo algemada na cama,
além de enfrentar um processo. Vista sob o prisma de situações-limite, a
maternidade de mulheres geralmente pobres revela aspectos solitários e
extremos.

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MANIFESTO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS MULHERES QUE PRATICAM ABORTO

EM DEFESA DOS DIREITOS DAS MULHERES!

Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e
condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda
temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e
quem a ajudar.

A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de
clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas,
saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de
saúde pública.

As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades,
são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a
clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que
não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra
altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado,
opções seguras para as mulheres ricas.

A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde
o final da década de 1990, tem sido o "estouro" de clínicas clandestinas que
fazem aborto. Os objetivos destes setores conservadores são punir as
mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados , os Ministérios
Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido
esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática
do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem
procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de
aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram
quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram
processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches,
cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas
mulheres.

A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação
que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento,
procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita
para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada
vez mais as mulheres. Deputados elaboram Projetos de Lei como o "bolsa
estupro", que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para
manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem
muitos outros similares.

A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma
expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado
capitalista globalizado em associação com setores religiosos
fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle
sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das
mulheres.

Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e
queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple
todas as condições para uma prática sexual segura.

A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das
mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado
deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se
querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães
devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas
públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério,
assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança:
creche, escola, lazer, saúde.

As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento
reprodutivo e as que necessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser
assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de
saúde.

Neste contexto, não podemos nos calar!

Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas,
lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso
compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos
rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nos
reunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as
mulheres.

ü Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode
ser obrigada a ser mãe. Por uma política que reconheça a autonomia das
mulheres e suas decisões sobre seu corpo e sexualidade.

ü Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado
laico, que deve atender a todas e todos, sem se pautar por influências
religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da
saúde!

ü Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento
preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de
proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito.

ü Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter
feito aborto!

ü Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!

ü Pela não criminalização das mulheres e pela legalização do aborto!

Frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização
do aborto

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Convite - Fórum Latino-Americano

Convite para o Fórum Latino-Americano em Buenos Aires.

Vídeo do Ato de apoio a Bolivia - Setembro de 2008

 
 
 
 
 

Ato de apoio a Bolivia Setembro de 2008

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

ATO DE SOLIDARIEDADE A BOLÍVIA NO RJ

 
SEXTA FEIRA 19/09
 
TODO APOIO À RESISTÊNCIA
POPULAR BOLIVIANA
 
 
 A luta de classes na Bolívia está nas ruas, virou notícia. A mídia comprometida com o imperialismo faz de tudo para esconder o verdadeiro jogo que está sendo disputado nas ruas: de um lado o povo boliviano que aspira e apóia as mudanças em curso, tendo a frente o governo Evo Morales; do outro lado, a burguesia em aliança com as oligarquias latifundiárias e setores fascistas, como a Juventude Cruzenha, querem impedir as mudanças sociais implementadas.
A história do povo, que é em sua maioria indígena, é marcada pela fome e pela miséria frutos da exploração burguesa, associada às multinacionais do gás, por pecuaristas e fazendeiros, os quais detêm o monopólio da terra.
A Bolívia é rica em minérios (hidrocarboneto e outros) cuja exploração sempre esteve nas mãos das  empresas multinacionais que  as saquearam durante muito tempo.  A maior parte das reservas de hidrocarboneto está em Santa Cruz, Departamento (Estado) da região chamada Meia Lua.  Não é à toa que o Governador desse estado, Rubem Costa, é o principal líder da luta contra o povo e as mudanças sociais implementadas por Evo Morales. Pois tais empresas e seus aliados de Santa Cruz não se conformam com as nacionalizações já efetivadas, nem com as novas disposições constitucionais que facilitarão o acesso do povo camponês a terra, nem com a decisão de converter cerca de 80% dos lucros da exploração das riquezas minerais para o povo Boliviano (antes, apenas 12% ficavam na Bolívia).
Após o processo de referendo revogatório em que o povo boliviano (cerca de 67%) votou a favor  dessas  e de outras mudanças e da continuidade do governo Morales. No entanto, ao serem convidados a um fórum de todos os governadores, a fim de discutir as mudanças em curso, recusaram a proposta e partiram para a tentativa de golpe.
 Eles querem em primeiro lugar impedir as mudanças sociais da nova Constituição, que está esperando o referendo popular previsto para dezembro. Para tal lançam mão de grupos de jovens fascistas que seqüestram e matam o povo, destroem repartições públicas ligadas aos processos de mudanças, fecham aeroporto e estradas. Mas, o povo resiste! Luta bravamente contra os covardes lacaios do imperialismo americano.
A solidariedade dos trabalhadores e do povo brasileiros ao povo boliviano é urgente e necessária!
Nesse sentido, apoiamos a luta popular boliviana e do governo Evo Morales em  implementar as mudanças sociais necessária  na construção de uma sociedade livre da exploração, mais justa e fraterna.
Fora os lacaios do imperialismo na Bolívia! Todo apoio ao governo de Evo Morales!
Todo apoio à luta do povo boliviano!

ATO NO CONSULADO DA BOLÍVIA 19/09 – Sexta-Feira às 16 horas Entrega do Manifesto de Solidariedade – Casa da América Consulado da Bolívia (Av. Rui Barbosa, 664 – Flamengo - RJ)

Casa da America Latina, MST, Morena - Círculos Bolivarianos, CMP - Central de Movimentos Populares, Intersindical, Associação Nossa América Rio, Associação Cultural José Martí, Mandato Marcelo Freixo - PSOL, PCB, PT,  Esquerda Marxista,Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino, Campanha Tirem as Mãos da Venezuela, Assembléia Popular,  Oposição Luta Fenaje, União Comunista, Sindicato dos Médicos RJ, Conam, Fam Rio, CECAC, Jubileu Sul, PACS, Refundação Comunista, União da Juventude Comunista – UJC, Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes, Centro Cultural Antônio Carlos Carvalho.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Porque os Humanistas apoiam Evo Morales e o processo de transformações da Bolívia


1- Porque valorizamos a tentativa e a coragem do povo Boliviano de buscar novos caminhos, desde a eleição do primeiro presidente indígena, líder sindical cocaleiro e por todas as medidas tomadas desde o inicio do seu governo, tais como: a formação da Assembléia Constituinte, para promulgar uma Constituição Democrática, a Nacionalização dos hidrocarburetos, a devolução dos direitos aos povos indígenas, a reforma agrária, a proposta de incluir na nova constituição a renúncia à guerra como meio de resolver conflitos, entre muitas outras.

2-Porque entendemos que esse processo é antes de tudo um processo democrático e vai na direção da busca dos povos por autonima e por novos caminhos tratando de liberar-se do poder hegemônico imposto pelos Eua.

2- Porque em meio de uma forte turbulência social o governo segue pedindo tanto a aliados como a oposição que atuem de forma não violenta, quando a conduta que se considera "razoável e aceitável" é o uso da violência para manter o controle da situação (exatamente o que a oposição vem fazendo de forma indiscriminada) .

3-Porque além de ser um governo não-violento, aceita e valoriza a diversidade étnica e cultural, como ferramentas para a construção do diálogo e da paz.

4- Porque entendemos que esse processo não se opõe ao de nenhum outro país na nossa região (apesar da confusão midiatica de interesses ao que muitas vezes somos submetidos), pelo contrário favorece a integração latinoamericana e possibilita o fortalecimento político e econômico que nos permitirá decidir sobre nosso futuro.

5-Em relação ao episódio recente da expulsão do embaixador norteamericano em La Paz, vale destacar que foi um chamado a atenção de toda a comunidade internacional para que se impeça o intervencionismo norteamericano que está apoiando aos prefeitos que buscam a divisão da Bolívia promovendo a guerra civil.

Essa é uma época de mudanças, mas sobretudo é uma mudança de época. Nada mais poderá ser como antes, e ninguém mais poderá dizer com convicção que "a história acabou": ela está sendo feita agora mesmo. E não por heróis, mitos ou lendas, mas sim pelos povos.
 

 
Convocamos a todos para participar do Ato de Apoio nesta Quinta-feira, 18 de setembro de 2008, às 17h em frente ao consulado Boliviano ( Av. Paulista, no. 1439) aqui em SP.
 
Esse ato esta sendo convocado por MST, MTST, INTERSINDICAL, CONLUTAS, PASTORAL OPERARIA METROPOLITANA DE SÃO PAULO, PSOL, PSTU e  PCB.
 
Também estamos nos organizando para fazer seções de vídeos em Universidades com o tema da Bolivia.
 
Enfim, convocamos todos para participar desse importante ato de quinta para manifestar todo o nosso apoio ao governo de Evo e aos processos de transformação do nosso continente e nosso repúdio a todos os atos de violência incentivados pelo intervencionismo norte americano.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Ato de Apoio a Bolívia - 18/09 em SP

Convidam a todos para Ato na Quinta-feira, 18 de setembro de 2008, às 17h
Não ao golpe separatista na Bolívia!

Abaixo a direita fascista ianque na América Latina!

Na última semana, uma escalada de violência tomou o leste da Bolívia. Como não puderam eleger um representante direto das classes dominantes para o governo central, grupos civis da direita fascista tentam impor um golpe separatista ao país, com vistas à derrubada do governo de Evo Morales e retomar o controle absoluto sobre o país vizinho e, em especial, sobre o gás e os demais hidrocarbonetos.

Tais grupos, liderados pelos auto-intitulados "comitês cívicos" e pelos governadores oposicionistas de cinco departamentos (estados), em coordenação com a Embaixada Norte Americana, implementaram um verdadeiro estado de terror em muitas cidades do oriente boliviano.

O caráter racista destas manifestações - que chamam de ?invasor? o indígena do altiplano que migra para as terras baixas - é evidente não somente no discurso. Muitas das ações violentas desta semana se deram justamente nos locais de trabalho e de moradia desta população migrante - como no mercado camponês em Tarija e no bairro popular Plan 3000, em Santa Cruz. Porém, a gota d?água ocorreu na última quinta-feira (11/08), quando 30 trabalhadores camponeses (dados divulgados pelo governo Boliviano até 14/09/2008) foram massacrados por funcionários e grupos paramilitares ligados ao governo oposicionista do departamento de Pando.
Frente a esta situação, chamamos a todos para um ato de repúdio veemente à iniciativa de golpe separatista na Bolívia. Os EUA nunca hesitaram em utilizar a força para impor estados de terror com o objetivo de impedir o avanço das lutas e reivindicações camponesas, indígenas e operárias. Mas a ditadura e o fascismo não voltarão! Abaixo a direita fascista ianque na América Latina!

Chamamos a todos e todas para se juntarem a nós .
Em frente ao Consulado Boliviano na Av. Paulista, no. 1439 .

Quinta-feira, 18 de setembro de 2008, às 17h

MST MTST INTERSINDICAL CONLUTAS
PASTORAL OPERARIA METROPOLITANA DE SÃO PAULO
CONSULTA POPULAR - ASSEMBLÉIA POPULAR
MOVIMENTO HUMANISTA
PSOL - PSTU - PCB - PH

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Ato em solidariedade às mulheres condenadas por fazer aborto

Dia 26 de setembro de 2008

Concentração Praça Ramos, a  partir das 13:30

e caminhada até o Tribunal de Justiça

    

Mais de duas mil mulheres estão sob ameaça de prisão. Algumas já foram indiciadas e outras estão  cumprindo pena em Mato Grosso do Sul.

Elas tiveram sua privacidade invadida e suas vidas expostas à execração pública.  Outras centenas correm os mesmos riscos em Estados como São Paulo e Rio Grande do Sul..

Trata-se de um atentado à autonomia e à dignidade das mulheres, em sua maioria pobre, sem acesso a assistência jurídica e psicológica.

Para evitar que esta e outras violações dos direitos humanos ocorram, proteste, participe do ato  pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto no Brasil. Isso permitirá um tratamento digno às mulheres e a redução das mortes maternas.

Nesse mesmo dia, 26 de setembro, lançaremos uma Frente Nacional pela legalização do aborto com a participação de entidades e movimentos democráticos e populares. Este ato é parte das ações do  Dia Latino Americano e Caribenho pela Legalização do Aborto.

Nenhuma mulher deve ser perseguida, humilhada, condenada

ou presa pela prática do aborto.

Junte-se a nós! Vamos dar um basta à criminalização das mulheres

e defender a legalização do aborto 

RJ - REUNIÃO DE APOIO A BOLÍVIA

REUNIÃO DE SOLIDARIEDADE
A BOLÍVIA DIA 12 DE SETEMBRO
18 HORAS - SINMED
 
Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro - SinMed/RJ
Avenida Churchill, 97/ 11º andar  - Castelo

A Associação Nossa América RJ, MST e outras entidades convocam para reunião de solidariedade a Bolívia.
Participe!!! !
 
Camaradas a onda terrorista deflagrada pela direita racista na Bolívia urge uma resposta unificada  de todas nossas entidades, movimento e setores progressistas,  um esforço para derrotar o Golpe e divulgarmos notícias da luta popular em defesa do governo Evo Morales.
Nos jornais sindicais, blogs panfletos e correios temos que criar uma rede de solidariedade latin americana na mobilização anti-golpista.
 
É fundamental a pressão para que o governo do Brasil não aceite a divisão e rjeite o golpe de estado terrorista apoiando o presidente Evo Morales. Empresários brasileiros instalados na Bolívia estão conspirando diretamente pelo golpe ( como um produtor de soja que em entrevista na CBN hje - 11/9 - às 14 horas de Brasília, atacava o presidente Evo Morales e o seu governo dando crer que a guerra civil é iminente e o goveno será derrotado). 
 
Esta é a hora não podemos vacilar, juntos vamos derrotar o racismo!
 
Viva a Bolívia popular!

A Associação Nossa América solicita a todos/as para derrotar o golpe.
 
LEIA MAIS NO SITIO DA AGÊNCIA BOLIVIANA
http://abi.bo/

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

I Semana de Jornalismo Popular e Alternativo da USP

Primeira  Semana de Jornalismo Popular e Alternativo (Alterjor) da Universidade de São Paulo (USP).

22 a 26 de setembro

Promoção: Grupo de Pesquisa de Jornalismo Popular e Alternativo - ALTERJOR
                Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA/USP - CJE


Dia 22 de setembro   - Segunda-feira  - Auditório Lupe Cotrim

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Documento final do Encontro de Mulheres do Brasil

 

 
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Declaração Final do Encontro Mulheres em Luta por Soberania Alimentar e Energética

Por soberania Alimentar e Energética!

Nós, mulheres do campo e da cidade reunidas em Belo Horizonte, de 28 a 31 de Agosto de 2008, expressamos nossa visão sobre desafios e alternativas para a construção de Soberania Alimentar e Energética.

Somos mulheres organizadas, protagonistas de lutas de resistência em defesa de uma sociedade igualitária, onde a organização da economia tenha como centralidade a sustentabilidade da vida humana e não o mercado e o lucro.

O modelo atual de desenvolvimento se apropria do racismo e do sexismo. Fundamenta-se em uma visão de economia que considera o econômico apenas as atividades mercantis e desconsidera a reprodução e invisibiliza o trabalho das mulheres. Esse modelo se pauta por uma concepção de desenvolvimento baseada na idéia de crescimento econômico ilimitado, onde o mercado e o lucro privado são priorizados em detrimento do interesse público e dos direitos humanos fundamentais, onde a política econômica se orienta pela opção exportadora, apoiada fortemente pelo Estado, no agronegócio empresarial e no setor minero-metalúrgico-energético e em uma demanda energética insustentável.

Para manter esse modelo, grandes projetos energéticos e de infra-estrutura são construídos, distantes das lógicas produtivas e culturais que organizam os territórios, provocando a expulsão do campesinato e de populações tradicionais das suas terras, a contaminação dos trabalhadores e trabalhadoras e o aprofundamento da crise ambiental e das mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, são desconsiderados os caminhos alternativos e modos de desenvolvimento voltados para a igualdade social e a justiça ambiental que nossos movimentos têm proposto a partir de suas práticas concretas nos territórios que se pautam pela construção de Soberania Alimentar e Energética.

Em contraposição a este modelo afirmamos nossa luta feminista e socialista por uma nova economia e sociedade baseada na justiça social e ambiental, na igualdade, na solidariedade entre os povos, assentada em valores éticos coerentes com a sustentabilidade de todas as formas de vida e a soberania de todos os povos e comunidades tradicionais sobre seus territórios.

Diante disso:

Denunciamos:

O atual modelo de produção de energia que visa manter um padrão de produção e de consumo ambientalmente insustentável e socialmente injusto, baseado no monopólio das fontes de energia pelas grandes empresas.

As falsas soluções de mercado que estão sendo propostas para reverter o quadro de mudanças climáticas como a produção de agrocombustíveis em grande escala, assim como as expansão de impactantes projetos hidroelétricos e a retomada do programa nuclear brasileiro, energia perigosa, cara e sem soluções para os seus rejeitos.

O atual modelo de produção de agrocombustíveis, baseado em monoculturas; modelo defendido pelo governo brasileiro e controlado pelo agronegócio, que vem homogeneizando os territórios, pressionando a expansão das fronteiras agrícolas, gerando impactos sociais e ambientais e que tem sido um dos grandes responsáveis pelo aumento dos preços dos alimentos.

A especulação internacional dos produtos alimentícios que também se constitui em uma das causas do aumento dos preços dos alimentos, ao lado do aumento do preço do petróleo e do desvio de alimentos para produção de etanol e biodiesel.

O trabalho escravo que sustenta esse modelo e as péssimas condições de trabalho e de exploração do assalariado e assalariada rural, além do abuso sexual e o assedio moral a que são vitimas trabalhadoras do campo e da cidade.

Que o controle da cadeia produtiva alimentar pelas grandes transnacionais ameaça a soberania alimentar e a saúde da população. Em especial os produtos transgênicos e os altos níveis de agrotóxicos utilizados nos alimentos com a cumplicidade das autoridades públicas que não zelam para que as legislações sobre rotulagem de transgênicos e agrotóxicos sejam respeitada pelas indústrias.

O desaparecimento de sementes crioulas, a perda de biodiversidade e a ameaça a segurança alimentar em virtude da liberação comercial de cultivos transgênicos e da expansão das monoculturas de exportação, apoiadas por empresas e universidades publicas, enquanto falta pesquisa para avaliar riscos no meio ambiente e`a saúde do consumo de transgênico.

A privatização dos recursos naturais e a apropriação de nossas terras, a exploração da nossa floresta, das águas e de nossos rios, mares e manguezais pelo capital com apoio dos recursos públicos.

A privatização do setor elétrico que contribuiu para que as tarifas de energia sejam diferenciadas entre os consumidores residenciais e indústria e as políticas energéticas beneficiem as grandes indústrias para obterem cada vez mais, mais lucros.  

As cidades brasileiras sofrem impactos diretos desse modelo de desenvolvimento alimentar e energético, com as altas taxas no preço da energia, com o aumento dos preços dos alimentos,  com a precarização do trabalho e do transporte coletivo urbano e com a especulação imobiliária.   

Reafirmamos:

A necessidade de construir um novo modelo energético para o Brasil que priorize a produção e a distribuição descentralizada de energia visando atender as necessidades locais e territoriais e que contemple a participação da população no seu planejamento, decisão e execução. E que contribua para a autonomia das mulheres, possibilitando a elas protagonizarem experiências de Soberania Energética em seus territórios.

A necessidade de desenvolvermos formas de consumo e comercialização de produtos de forma solidária e sustentável com o fortalecimento dos mercados locais e feiras livres, assim como o reconhecimento do trabalho produtivo das mulheres e seu fortalecimento.

Que é tarefa do Estado a viabilização de políticas públicas que garantam a nossa Soberania Alimentar e Energética.

A importância da pesquisa, desenvolvimento e implantação de fontes energéticas alternativas e o reconhecimento e investimento do Governo nas experiências descentrizadas de produção alternativa de energia, na socialização do trabalho doméstico e no fortalecimento da agricultura camponesa.

A agroecologia como projeto político para alcançar a soberania alimentar, assim como  a luta pela Reforma Urbana, a agricultura urbana e a defesa de uma nova ocupação do espaço urbano para moradia e produção como orientadoras de políticas publicas.

A luta pelo direito à terra através da Reforma Agrária, onde esteja garantido o direito da mulher a terra, o acesso aos recursos naturais e `as decisões sobre seus usos.

Os direitos territoriais de povos indígenas e populações quilombolas.

O direito ao trabalho em condições dignas e bem remunerado. O direito a previdência social, a diminuição da jornada de trabalho, a socialização do trabalho reprodutivo.

Uma integração regional que esteja pautada na solidariedade, na complementariedade entre nossas economias, na sustentabilidade das praticas socioculturais e produtivas.

Nos comprometemos:

A lutar por justiça ambiental, pela reforma agrária, e em defesa da sustentabilidade da vida como valor central para a economia.

A desenvolver formas organizativas de luta das mulheres contra esse modelo de desenvolvimento que afeta o campo e a cidade e a denunciar permanentemente as diferentes formas de opressão e mercantilização que vivem as mulheres. 

A construir e a fortalecer alianças entre movimentos sociais do campo e da cidade e a defender a necessidade de articularmos nossas experiências reivindicando políticas públicas que visibilizem as nossas experiências alternativas e nossas propostas para construção de uma transição rumo a um modelo de desenvolvimento que tenha como centro a sustentabilidade e a dignidade da vida humana.

A desenvolver formas de uso sustentável dos recursos naturais e das energias renováveis sustentáveis (eólica, solar e biomassa) bem como o aproveitando a água da chuva através da utilização de cisternas, o uso de placas solares e de experiências autônomas que contribuam para a construção de um novo modelo energético;

A lutar pela reestatização do setor elétrico e a defender o uso sustentável das águas e dos recursos energéticos.

A lutar pela autonomia econômica das mulheres e pelo direito ao trabalho digno e a fortalecer a luta dos trabalhadoras e trabalhadores assalariadas.

A lutar pela recuperação, preservação e multiplicação das plantas medicinais e sementes crioulas, em defesa da biodiversidade, da água e pelo direito de decidir sobre nossa vida, nossos alimentos, nosso corpo.

A lutar pelo direitos territoriais dos quilombolas e indígenas, porque suas lutas também são nossas. Por isso apoiamos a demarcação continua da Terra Indígena Raposa Serra do Sol em Roraima e reafirmamos os direitos dos povos indígenas aos seus territórios.

A realizar as mobilizações dos dias 16 e 17 de outubro por Soberania Alimentar, a participar da campanha contra o preço de energia e a fortalecer nossa marcha no 8 de março como processos de reafirmação de nossa luta por soberania alimentar e energética, diante da necessidade de construir um novo modelo energético e alimentar para o Brasil.

Enviado pelo coletivo

Mulheres em Luta por Soberania Alimentar e Energética!

 

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Rádios Comunitárias SP - ENCONTRO NO DIA 8 DE SETEMBRO ÀS 19H

Prezados participantes e interessados no aviso de habilitação para rádios comunitárias em São Paulo

No momento em que se completam 21 meses da publicação do aviso de habilitação 03/06, as entidades promotoras das Mesas de Trabalho com o Ministério das Comunicações em apoio às rádios comunitárias os convidam para um evento de avaliação do processo, debate sobre perspectivas futuras e discussão sobre propostas a serem encaminhadas para os candidatos e candidatas à Prefeitura e à Câmara dos Vereadores.

Estão convidadas todas as associações envolvidas no processo do aviso de habilitação, as organizações e entidades que vinham participando das Mesas de Trabalho e todos os signatários do Compromisso de Honra com as rádios comunitárias.

O evento será realizado no dia 8 de setembro, segunda-feira, às 19h, no auditório da Ação Educativa, à Rua General Jardim, 660, na Vila Buarque. O local fica a 6 quadras do metrô República.

A pauta do evento prevê:

1) Avaliação geral do aviso de habilitação nº 3/06
2) Lançamento de documento de avaliação das entidades signatárias do Compromisso de Honra
3) Implantação de Mesa de Trabalho permanente em apoio às rádios comunitárias, legalizadas ou não
4) Propostas para ação local pela democratização da comunicação a serem apresentadas aos candidatos à Prefeitura de São Paulo e à Câmara Municipal

Contamos com sua presença!

Atenciosamente,

Coordenação

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Aqüífero Guarani abre inscrições para congresso

Estão abertas as inscrições para o II Congresso Aqüífero Guarani, que será realizado em Ribeirão Preto (SP) entre os dias 4 e 7 de novembro. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 15 de outubro. Os interessados em apresentar trabalhos para as sessões do congresso devem se inscrever até o dia 30 de setembro. No encontro de Ribeirão Preto, os inscritos poderão participar de discussões sobre "O Aqüífero e o Cidadão" e também trocar "Experiências de gestão de aqüíferos transfronteiriços".

O Aqüífero Guarani é um enorme reservatório de águas subterrâneas de um milhão e 200 mil quilômetros quadrados, localizado em um território que abrange países como o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Durante a realização do primeiro congresso, ocorrido em 2003, foi lançado o Projeto de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.

O projeto tem por base as seguintes diretrizes: consolidação do conhecimento sobre a estrutura e funcionamento hidráulico dos aqüíferos; estabelecimento de um sistema de gestão descentralizado e participativo, reunindo os órgãos públicos, os usuários da água e a sociedade e ainda o fomento da participação pública, da educação ambiental e da comunicação social.
As inscrições devem ser feitas pela internet no site: www.aquiferoguaranicongresso.com.br 

Informe Comissão Estadual Goiás

A comissão Estadual de Goiás informa que manifestou apoio a criação do projeto de lei do ficha limpa, inclusive os simpatizantes e membros da comissão estão trabalhando também na coleta de assinaturas para o projeto de lei ficha limpa.

Em Reunião com estudantes e com intuito de fortalecer ainda mais as alianças na cidade alguns membros da comissão provisoria irão concorrer as eleições previstas do Centro Academico do curso de direito da Faculdade Almeida Rodrigues em Rio Verde Goiás.
Começou a coleta de assinaturas na cidade de Aparecida do Rio Doce para formação da comissão provisoria municipal, a cidade possui cerca de 3 mil habitantes.

Informamos tambem que cerca de 240 botons (adesivos com simbolo do PH e uma mensagem) foram confeccionados para serem usados nas caminhadas os custos foram arcados pelos membros da comissão provisoria estadual.

Enviado por Yussef Willian
 

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