quarta-feira, 14 de abril de 2010

Encontro de Organização

Amig@s,
Convoco a tod@s para nosso encontro de organização do PH (da nossa equipe base)...
Sábado... 17/04 às 18:15hs.
Marcamos de nos encontrar na catraca do Metro Barra Funda às 17:40 pra sairmos impreterivelmente às 18hs.
O Local do Encontro será:
Rua Capitão mor Gonçalo monteiro, 43 - casa 2 (vai até o final da Rua da Varzea)
Perto do metro Barra Funda

Qq coisa segue o tel: (11) 66957227
Pauta Livre... Levem suas ideias e seus ideais...
Desejo a vcs... Paz, Força e Alegria...
Francisco

terça-feira, 13 de abril de 2010

Apresentador de TV ameaça, no ar, estudante de Jornalismo

Apresentador  ameaça no ar estudante de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UFPG), Paraná, apenas porque ele fez críticas ao programa policial de uma TV Vila Velha. Foi num texto feito para a disciplina "Crítica da Mídia" e publicado no blog Crítica de Ponta,  supervisionado por um professor do curso de Jornalismo. 
 
O texto do estudante diz o seguinte:
O programa 'RP2′, que vai ao ar pela TV Vila Velha, do sistema a cabo de Ponta Grossa, é um dos exemplos do que há de mais sensacionalista na mídia dos Campos Gerais. Apresentado pelo 'repórter policial' Zeca, RP2 procura os acontecimentos que envolvem escândalos policiais, dando lado à violência geralmente explicita, além de outros assuntos tratados com uma linguagem exageradamente coloquial.
Não se sabe ao certo se o programa quer realmente ser levado a sério, pois trata os assuntos com parcialidade e, por vezes, não parece manter respeito com os indivíduos citados nas matérias.
No decorrer do programa, é notável a "mobilidade" com que o apresentador trata os temas pautados, passando uma impressão de que nada do que se fala está certo ou pré-estabelecido. Imagens de bêbados, ladrões, prostitutas e traficantes dividem a atenção com reportagens sobre os mais diversos tipos de acidentes. Quanto pior o acontecimento parece maior o esforço para registro e transmissão.
Ficam na tela os rastros de uma tentativa de jornalismo policial e investigativo, talvez distorcidos pela de audiência. O programa jornalístico fica, assim, comprometido por abordagens nem sempre, de fato, jornalísticas.
Lucas Nobuo Waricoda
Eis também um dos trechos da fala do apresentador:
"Vocês jornalistas que acham que são Deus, que nunca fizeram porcaria nenhuma por este país….vocês não fazem bosta nenhuma por este país …e a mamãe como é que tá e o chifre do papai, tá sendo bem polidinho? Então comece a polir…Safado , filho de mãe solteira!  isto aqui você vai engolir…posso fazer engolir o computador, normalmente a gente faz engolir papel e prá mim te achar, a partir de amanhã …programa policial já existia antes de a mãe dele sair com o vizinho…você arranjou o pior inimigo agora, eu arrebento com você agora…e eu vou te pegar!
É chocante que isso aconteça em 2010.
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Exemplo de violência midiática
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná divulgou há pouco uma nota de solidariedade (está no final do post) a Lucas Nobuo, o estudante de Jornalismo de Ponta Grossa ameaçado no programa policial.
Sindicato se solidariza a estudante agredido em programa de TV de Ponta Grossa
 
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, entidade de defesa dos valores morais e materiais da categoria no Estado, vem a público emitir seu repúdio aos graves atos cometidos pelo apresentador José Carlos Stachowiak, conhecido como "repórter Zeca", do programa policial RP2, veiculado de segunda a sexta-feira pela TV Vila Velha, canal a cabo de Ponta Grossa.
No programa da última quarta-feira, dia 31, ele proferiu ameaças e agressões à honra de Lucas Nobuo Waricoda, estudante de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Zeca estaria contrariado com um texto de críticas que o acadêmico fez ao programa RP2, para uma atividade do curso, e que foi veiculado no blog Crítica de Ponta. No trecho mais absurdo de sua fala (no vídeo, a sequência entre 7'50" e 8'03"), "repórter Zeca" afirma, que "arrebentaria" Lucas. A conduta criminosa é ainda demonstrada com repulsivas injúrias a Lucas e aos pais do estudante, bem como ao conjunto dos jornalistas e aos acadêmicos da UEPG.
Se a situação criada é lastimável, também é exemplar. Afinal Zeca reproduz em toda a linha aquilo que o Sindicato dos Jornalistas vem denunciando há tempo: sem a necessidade da formação superior em Jornalismo, a sociedade brasileira pode se ver cerceada pela informação fragmentada e de baixo nível, bem como pela falta de isenção e de rigor no trato do conteúdo editorial. O mais grave, no entanto, nesse momento, são a humilhação imposta e a dor gerada pelo ato covarde de agressão verbal e ameaças a Lucas – com repercussões cíveis e criminais.
Sob qualquer ótica, sublinhe-se, trata-se de um exemplo de mau uso do meio de comunicação, um motivo a mais para que a sociedade cobre de seus representantes no Congresso Nacional o respeito às propostas aprovadas na Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em dezembro de 2009, em Brasília, que deliberou pelo estabelecimento de uma nova Lei de Imprensa.
Somente com instrumentos legais eficazes e modernos, como os aprovados na Confecom e na terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH), poderemos lutar pela democratização da comunicação.
O Sindijor-PR publica essa nota como forma de desagravo a Lucas, mas também a todos os jornalistas, vilipendiados pela truculência e pela atitude criminosa do apresentador, que se vale de um espaço na mídia eletrônica para dar vazão a caprichos, despreocupado com as consequências de seus atos. O Sindicato também se coloca a par de todas as ações que ajudem a denunciar esse tipo de abuso do poder midiático, que invade vidas e reputações ignorando qualquer limite ético, a exemplo do que vem sendo feito pela própria UEPG, que já se colocou em defesa do estudante. Da mesma forma, o Sindijor-PR está solidário às reações da sociedade paranaense contra esse ato de violência e vai requerer da TV Vila Velha informações sobre o programa a fim de avaliar todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis no caso.
 
Curitiba, 07 de abril de 2010
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná
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Ontem o vídeo estava disponível  neste endereço:  http://videolog. uol.com.br/ video.php? id=531240
Hoje, às 9h17, quando postamos este texto, não estava mais. Nesse endereço, só pode ser acessado pelo dono do vídeo.
O vídeo completo, porém, já está no You Tube, dividido em duas partes:
http://www.youtube. com/watch? v=vW8SCq_ F2lc
http://www.youtube. com/watch? v=62-1ofLcUu4
O Viomundo contatou o Ministério da Justiça.
"Como o ministério não age localmente, o jovem ameaçado deve ir à polícia local e fazer um boletim de ocorrência [BO]", recomenda o ministério por meio de sua assessoria . " O estudante deve levar  cópia do vídeo e do e-mail que enviou a programa."
Segundo Adir Nasser Junior, da assessoria de imprensa do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná,  Lucas já fez o  boletim de ocorrência.
Conceição Lemes no Viomundo
 7 de abril de 2010 às 18h43
http://www.viomundo .com.br/denuncia s/aluno-de- jornalismo- ameacado- em-programa- policial. html

Caos em RJ e Niterói - testemunho de Conceição

Ativista do Movimento Humanista nos envia esta linhas sobre sua vivencia no auxilio aos desabrigados de Niteroi.
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por Maria da Conceição Ribeiro

Caros Amigos,

Muito obrigado a todos que nos enviaram mensagens de força e fizeram seus pedidos para nós...
A situação é díficil pois o desaso das autoridades é imenso e as estórias de vida destas pessoas é de muita luta...muito amor..estamos tentando enxugar suas lágrimas com abraços e muito carinho e amor e fé no olhar....
Estas pessoas estão trabalhando muitos valores e nós com eles...valores de verdadeira solidariedade, valores que nem todos roubam...e nem todos vão se eleger com a dor deles....]
O nosso pessoal neste momento 200 pessoas divididas por 5 participantes por familia deve dar umas 40 familias...nos relatam suas estórias de estrategias de sobrevivencia no lixão, nos biscates, no amor e desamor...como precisam de ser amadas e abraçadas...e ouvidas ( coisa que era díficil para mim que falo muito) tenho passado horas ouvindo-as e chorando com elas e fazendo café e leite, e cozinhando,  pedindo que cada gota de café acalente e enxugue suas lágrimas e acalme seus corações....
Há uma mãe que perdeu o filho que se sentia culpada de abandonar alguns parentes pois chorava a morte do filho.
Mulheres e homens mal assistidos pelas politicas publicas e pela vida desde que se conhecem por gente...em todos os ambitos deram seus jeitinho...e tentavam ter um lugar debaixo das estrelas...Como precisamos de sabedoria, entender códigos, paisagens de formação...
Eu peço sempre muita sabedoria...muita escuta...muita capacidade de me colocar no lugar do outro...
A diretora disse que eu estou no papel de Avó- faço os chamegos e os acalentos e ouço as estórias...e sirvo-os como posso...e tentamos assim confortar....dar esperança...sobretudo creio que precisamos ajudar agora estas pessoas a conseguir suas casas em lugares possiveis fazendo campanhas de pressão...Não há informações oficiais...há boatos e estorinhas que eles esperam que sejam verdadeiras....
Eles não podem ficar eternamente sem informações, com medidas do "acho"....eu penso....já foram muito maltratados para agora sofrerem com o descaso e a insensatez governantes...precisam de falas claras que todos entendam e menos burocratas..A dor não se minimiza com burocracia mas com boas medidas....
Temos senhorinhas que moraram 88 anos no mesmo lugar, crianças especiais com dificuldades de adaptação, pessoas que começarao a ter rosto e nome na multidão...e lágrimas muitas lágrimas....e muita esperança...como me dizia uma que ajudava a deitar "
"A vida é muito dura minha filha" e eu disse-lhe vamos arranjar um colchão melhor para a senhora e ela dizia este esta ótimo...
Não há pernas em alguns orgãos publicos, sobretudo na área de saúde, espero que os prefeitos entendam que as Secretarias tem que ter gente eficiente e mais gente pois elas necessitam de competencia para lidar com estes acontecimentos..
Enfim, estarei mandando e tentando gravar alguns depoimentos para postar...estórias paralelas...coisas que a midia não conta...

pfa
Conceição

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Indicação dos representantes da sociedade civil no Conselho Curador da EBC

Indicação dos representantes da sociedade civil no Conselho Curador da EBC!
As organizações devem indicar até 03 nomes até o dia 10 de abril, enviando a documentação necessária pelo correio 
 

Pela primeira vez desde sua criação, em 2007, a Empresa Brasil de Comunicação receberá indicações da sociedade civil para 3 vagas de seu Conselho Curador. A EBC é a empresa pública que reúne a TV Brasil, a NBR, o canal Integración, a Agência Brasil, 08 emissoras de rádio (Nacional AM e FM de Brasília, MEC AM de Brasília, Nacional AM do Rio, MEC AM e FM do Rio, Nacional OC da Amazônia e Nacional AM/FM do Alto Solimões), além da Radioagência Nacional. O Conselho Curador é o espaço de participação da sociedade em sua gestão.

 

Este conselho existe desde 2007, mas em sua primeira indicação os 15 representantes da sociedade civil haviam sido indicados diretamente pelo Presidente da República. Como os conselheiros têm mandatos com duração variável e possibilidade de renovação, neste momento abrem-se essas três vagas que serão designadas pelo Presidente da República tendo por base três listas tríplices compostas pelo próprio Conselho Curador a partir de indicações de organizações da sociedade civil.

 

Comprometidas com o fortalecimento do processo de participação e unidas por princípios comuns, algumas organizações se uniram para apresentar um conjunto de nomes e princípios pactuados por todas as candidaturas e fortalecer a divulgação do processo, para que haja um grande número de entidades participando desta consulta. Este é um convite para que sua entidade também participe. As indicações podem ser enviadas apenas até o dia 10 de abril. Nesta mensagem, você encontra:

 

1.   Os princípios comuns de trabalho

2.   As indicações sugeridas por esse conjunto de organizações

3.   Quem pode participar

4.   Como deve ser feita a indicação

 

1.   Os princípios comuns de trabalho

 

As candidaturas apresentadas pelas organizações que assinam essa mensagem comprometem-se a atuar a partir dos seguintes princípios:

 

1) Trabalhar para garantir a transparência e a publicidade nas ações do Conselho, com a divulgação das pautas com antecedência e atas;

2) Trabalhar para aumentar a participação da sociedade no Conselho e na EBC, criando mecanismos permanentes de diálogo;

3) Trabalhar para garantir os princípios e os objetivos estabelecidos na Lei 11.652, que cria a EBC (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11652.htm), em especial a autonomia em relação ao Governo Federal para definir produção, programação e distribuição de conteúdo no sistema público de radiodifusão;

4) Pautar a necessidade de que sejam debatidos de maneira permanente os demais veículos da empresa e não somente a TV Brasil, em particular as 08 emissoras de rádio;

5) Trabalhar no sentido de fortalecer a construção de emissoras efetivamente públicas, como instrumentos para garantir a pluralidade e a diversidade;

6) Trabalhar na perspectiva do enfrentamento ao racismo, sexismo, lesbofobia e as diferentes formas de discriminação e esterótipos que atingem a população negra, indígena, pessoas com deficiência, populações do campo e floresta.
7) Realizar discussão com todas as entidades que participaram deste processo e outras do movimento social para discutir propostas e posições a serem assumidas previamente aos debates do Conselho Curador, em especial aos encontros anuais que aprovam o plano de trabalho e a linha editorial da EBC.

 

2.   As indicações sugeridas por esse conjunto de organizações

 

As organizações que assinam esta mensagem chegaram a um conjunto de nove nomes que estão comprometidos com os princípios acima. Resolvemos divulgá-los em conjunto como sugestões de indicações por entender que, respeitadas as especificidades, qualquer um deles representará bem o conjunto das organizações. Abaixo você tem um resumo de seus currículos e as entidades que cada um representa diretamente. Em anexo, a versão completa dos currículos, que deve ser usada no processo de indicação. Lembrem-se que cada entidade só pode indicar até três nomes.

 

Em ordem alfabética:

 
Ana Veloso – Nome sugerido pelo Fórum Pernambucano de Comunicação, Intervozes e Rede Mulher e Mídia

Jornalista, doutoranda e pesquisadora em Comunicação pela UFPE, atua há 16 anos como militante do Fórum de Mulheres de Pernambuco, com passagem pela coordenação do FMPE entre 1998 e 2000 e, pela segunda vez, entre 2004 e 2005. Integra a equipe técnica como colaboradora da ONG Centro das Mulheres do Cabo desde 1994. Mais recentemente, em 2003/2004, foi bolsista do programa Gênero, Reprodução, Ação e Lideraça (GRAL), da Fundação Carlos Chagas, com o projeto Mídia Advocacy. É professora do curso de jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco, Jornalista Amiga da Criança desde 2003 (título concedido pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI)), fellow da Ashoka desde 2008, participante do Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom), é sócia do Coletivo Intervozes e das ONGs Centro Dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social (Cendhec) e Sinos Comunicação. Foi delegada, representando o movimento de mulheres de Pernambuco, à I Conferência Nacional de Comunicação (2009). 

 
Chico Pereira – Nome sugerido pela Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão

Francisco Pereira da Silva, 58 anos, mora em Candangolândia/DF, mas é natural de Teresina/PI. - Piauí. É radialista e jornalista, e assessor da Liderança do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados. É diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Radialistas do DF) e diretor da FITERT - Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Rádio e Televisão. Foi funcionário do Jornal de Brasília, Correio Brasiliense, Rádio Planalto (Diários Associados), Rádio Alvorada (Zero Hora), Rádio Globo e Rádio CBN. Ex-administrador regional das cidades Candangolândia (DF) e Recanto das Emas (DF), ex-conselheiro do Conselho de Comunicação Social (órgão auxiliar do Congresso Nacional), ex-presidente do Sindicato dos Radialistas do DF, ex-diretor da FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas, ex-primeiro suplente de Deputado Distrital, ex-diretor da CUT - Central Única dos Trabalhadores no DF, primeiro suplente da Comissão Organizadora Nacional da I CONFECOM - Conferência Nacional de Comunicação, Observador da FITERT na pré-conferência setorial de audiovisual e na II Conferência Nacional de Cultura.

 

Jacira Silva – Nome sugerido pela Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial, Articulação de Mulheres Negras Brasileiras e Rede Mulher e Mídia

Jornalista há 38 anos, formada no Centro Universitário de Brasília. Foi a primeira mulher e negra presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal. Integra a Comissão Nacional de Jornalistas Pela Igualdadade Racial (Cojiras), o Movimento Negro Unificado e o Fórum de Mulheres Negras. Fez parte da comissão organizadora da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Participou como integrante da Cojira-DF de parceria com o programa Voz do Brasil, que resultou na co-produção de radiodocumentário para a Semana da Consciência Negra, em 2008.

 

Lara Pozzobon – Nome sugerido pela Organização Nacional de Cegos do Brasil e por outras entidades ligadas a pessoas com deficiência, além de entidades ligada ao cinema

É doutora em Literatura Comparada, Mestre em Literatura Brasileira (UERJ) e produtora de cinema, teatro, mostras e festivais. Produziu os premiados curtas-metragens de ficção Cão Guia (1999), Numa Noite Qualquer (2001), Nada a Declarar (2003) e Mora na Filosofia (2004) – com participações e prêmios em dezenas de festivais no Brasil e no exterior. Em 2005, produziu o longa-metragem Incuráveis, estrelado por Dira Paes e Fernando Eiras, vencedor de vários prêmios no Brasil e exterior, incluindo Melhor Ator no Festival de Brasília 2005, Melhor Atriz no Festival do Cinema Brasileiro de Paris 2008 e Melhor Filme do Júri Popular no Festival do Cinema Brasileiro em Vancouver 2008. Dirige a produtora Lavoro Produções, e consolida-se no setor cultural brasileiro como responsável pelo Assim Vivemos, Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, com quatro edições realizadas, no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil. Seguindo o conceito de proporcionar acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva, pressuposto do Festival Assim Vivemos, a Lavoro lança em outubro de 2008 o Blind Tube, Primeiro Portal de Entretenimento com Acessibilidade, site inédito que exibe filmes brasileiros de diversos temas, estéticas e estilos com Audiodescrição e Legendas Closed Caption. Também com acessibilidade – Audiodescrição e Interpretação em LIBRAS – foram realizadas algumas sessões da peça Quartos de Tennessee, de Tennessee Williams, produzida pela Lavoro, com temporada de dezembro de 2008 a fevereiro de 2009 no Teatro do Centro Cultural Correios, RJ. É também curadora do Festival de Curtas Brasileiros e Latinos de Rollins, em Orlando (EUA), em suas três edições. Produziu todas as mostras de cinema  da Lavoro Produções: Analógico Digital (Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, 2007), Clandestina Liberdade (Brasília e São Paulo, 2008), Nouvelle Vague, Ontem e Hoje (Brasília, 2008), Oriente Desconhecido (Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, 2009), todas no CCBB, e ainda a extensa Mostra-curso A História da Filosofia em 40 Filmes, com duração de 40 semanas, realizada entre maio de 2009 e fevereiro de 2010 no Teatro Nelson Rodrigues/Caixa Cultural Rio de Janeiro. Também produziu as peças de teatro Cassino Coração, de Frank Gilroy (2006, CCBB/Eletrobrás), Diálogos de um Louqo, de Qorpo Santo (2008, SESC / FUNARTE, Prêmio Myrian Muniz), Quartos de Tennessee (2008-09, Centro Cultural Correios). A partir do conceito do Festival Assim Vivemos, criou para a TV Brasil o Programa Assim Vivemos, 26 episódios exibidos em 2009 e 2010. Atualmente, inicia a pré-produção da peça infanto-juvenil Leonel Pé-de-Vento, que também vai contar com acessibilidade, selecionada no Edital da Oi, com estréia prevista para 2010 no Teatro da Oi Futuro. Ainda para 2010, acaba de ser confirmada a itinerância do Festival Assim Vivemos para mais 3 cidades brasileiras.

 

Nilza Iraci Silva - Nome sugerido pela Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial, Articulação de Mulheres Negras Brasileiras e Rede Mulher e Mídia

Aos 60 anos, Nilza é graduada em comunicação Social pela Universidade Nacional de Brasília e atualmente mora em São Paulo. É presidenta e coordenadora de comunicação do Geledés – Instituto da Mulher Negra, coordenadora da Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras, integrante do Conselho Deliberativo do Instituto Patrícia Galvão e integrante  da Comissão de Comunicação no Comitê Internacional do Fórum Social Mundial. Desde 1988 vem se dedicando a projetos de formação e capacitação de mulheres negras em TICs, Comunicação, Mídia e Advocacy, tendo realizado várias atividades no setor. 2000 - Realização do Curso de capacitação em Comunicação, Advocacy e Novas Tecnologias de informação - Salvador – BA , em parceria com Universidade Federal da Bahia e CNEGRA – Centro de Comunicação de Mulheres Negras. Em 1999 ministrou as oficinas " O Uso da Informática em Projetos Comunitários" para capacitação de mulheres, representantes de pontos focais e assessoras da Rede Mulher de Educação, no uso da informática como instrumento de comunicação para projetos comunitários com ênfase no uso da Internet. Em 2001, realizou com Marisa Sanematsu (Inst. Patrícia Galvão) o Monitoramento da Mídia Escrita durante e imediatamente após à III Conferência Mundial contra o Racismo, em Durban. Nesse período foram produzidos boletins on-line diários, distribuídos para cerca de 1.500 e-mails. Os boletins continham não apenas uma relação das matérias publicadas, mas também uma análise dos seus conteúdos.  O resultado desse trabalho Publicado no no livro "Mídia e Racismo", lançado pela editora Pallas, em colaboração com a Revista Afirma e a Universidade Cândido Mendes. Em 2003, realizou o treinamento-piloto sobre ações afirmativas e a política de cotas com o objetivo de treinar jovens lideranças dos movimentos pelos direitos civis para aprimorar sua fala pública e sua capacidade de debater na mídia sobre questões de ação afirmativa e a política de cotas nas universidades e cargos públicos. Parceria Instituto Patrícia Galvão. Em 2008 foi coordenadora do curso de Capacitação de PLPs – Promotoras Legais Populares em TICs, Mídia e Advocacy, em parceria com a UNICID – Universidade São Paulo.

Tem participado das principais discussões sobre a Sociedade da Informação, sempre com a perspectiva de gênero e raça. Integou a CRIS Brasil, participando de suas atividades e seminários. Participou da Conferência Regional sobre a Sociedade da Informação, Rio de Janeiro, 2005; de todas as edições do Seminário Mulher e Mídia (SEPM-Instituto Patrícia Galvão); do Curso de Governança da Internet  pelo Nupf -Núcleo de Pesquisas, Estudos e Formação da RITS (Rede de Informações para o Terceiro Setor) 2009; Curso sobre Governança da Internet do Hemisfério Sul – South SSIG, 2010. Coordenou a área de Comunicação e Mídia da Conferência das Américas de Avaliação de Durban; e da I CONAPIR - Conferência Nacional de Igualdade Racial. Participou dos processos de construção da I Confecom, em SP e foi delegada por São Paulo. Além de artigos em diferentes veículos, organizou, com Jacira Melo (Inst. Patrícia Galvão) e Vera Vieira (Rede Mulher de Educação) a publicação "Fazendo Lobby – Guia de Participação de Dedelada/os no Processo de Negociação e Incidência na 1ª Conferência Nacional de Comunicação – outubro de 2009.

 

Regina Lúcia Alves de Lima - Nome sugerido pela Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais

Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (1983), mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995) e doutorado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001). Atualmente é professor adjunto III da Universidade Federal do Pará. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Política e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: mídia e eleição, legislação e eleição, estratégia, leitor e discurso jornalístico, religão, espaço público e disputas simbólicas de sentido.Como experiência administrativa exerceu o cargo de chefe de departamento do curso de Comunicação Social da UFPa , no período de 2002 a 2004. Além da atividade de professora no curso de Comunicação, ministra também disciplina no programa de pós-graduação do Núcleo de Altos Estudos Amazônica (NAEA).Atualmente é presidente da Fundação Paraense de Radiodifusão do Pará (FUNTELPA), presidente do conselho curador da Funtelpa e presidente da Associação Brasileiras das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais.

Acesso ao currículo lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4786089H0


Renata Mielli – Nome sugerido pela União Nacional dos Estudantes, Central de Trabalhadores do Brasil e Associação Vermelho

Jornalista, 38 anos, é editora da revista Movimento desde abril de 2006 (publicação da União Nacional dos Estudantes criada na década de 60). Editora da revista Presença da Mulher, publicação da União Brasileira de Mulheres, jornalista da Federação Nacional dos Farmacêuticos, diretora de comunicação da Associação Portal Vermelho e organizadora do livro - Sistema Público de Comunicação - uma exigência democrática (2009). Iniciou sua participação nos movimentos sociais em 1988, no movimento estudantil secundaristas. Foi diretora da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo, presidente do Centro Acadêmico do Instituto de Química da USP e representante discente no Conselho Universitário da USP. Foi diretora da União Nacional dos Estudantes. Teve ativa participação no processo de construção e mobilização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, foi da comissão organizadora da etapa municipal da capital paulista e colaborou ativamente da etapa estadual. Profissionalmente, além do trabalho na mídia impressa e internet, tem experiência com roteiro de produções documentais e institucionais.

 

Takashi Tome – Nome sugerido pela Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações

Engenheiro elétrico graduado pela Unicamp, atua em desenvolvimento de tecnologias de telecomunicações na Fundação CPqD. Contribuiu para a especificação e desenvolvimento do SBTVD, tendo coordenado a elaboração de um dos primeiros trabalhos não-tecnológicos na área, o Relatório Integrador dos Aspectos Técnicos e Mercadológicos da TV Digital (Anatel, 2001). Posteriormente, atuou na integração das pesquisas universitárias do projeto SBTVD (2004-2006).

Tem participado de diversos debates junto aos movimentos pela democratização das comunicações, especialmente visando esclarecer o significado e os possíveis impactos das diferentes tecnologias.

 

Valci Regina Mousquer Zucoloto - Nome sugerido pela Associação Brasileira de Rádios Públicas

Graduada em Jornalismo pela UFRS e Mestre em Comunicação Social pela PUC-RS. É professora de Jornalismo na UFSC, com ênfase em radiojornalismo. Integra o Grupo de Pesquisas de Rádio e Mídia Sonora da INTERCOM. É Diretora de Educação da FENAJ e Conselheira do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo. Participa do Comitê Catarinense pela Democratização da Comunicação. Foi Conselheira do Programa de Informação da ANDI. Integrante da Comissão Estadual Pró I CONFECOM, foi uma das delegadas do Estado (SC) à I CONFECOM. Foi Diretora da FM Cultura de Porto Alegre (1999 a 2002). Na UFSC, por vários anos, coordenou os projetos de extensão 'Fazendo Rádio na Escola' e 'Universidade Aberta', além da Rádio Ponto UFSC (web rádio).

 

3.   Quem pode participar

 

Poderão participar entidades constituídas da sociedade civil como pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, voltadas, ainda que parcialmente, à promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos ou da democracia; à educação ou à pesquisa; à promoção da cultura ou das artes; à defesa do patrimônio histórico ou artístico; à defesa, preservação ou conservação do meio ambiente; à representação sindical; classista e profissional.

 

Não poderão participar partidos políticos, instituições religiosas ou entidades voltadas para a disseminação de credos, cultos, práticas e visões devocionais ou confessionais.

 

4.   Como deve ser feita a indicação

 

Cada organização pode indicar até três nomes. Não é obrigatório que os indicados sejam associados ou façam parte do corpo diretivo da entidade que os indicou. É vedada a indicação de estrangeiros naturalizados há menos de dez anos; de pessoa que tenha vínculo de parentesco até terceiro grau com membro da Diretoria Executiva da EBC; e agente detentor de cargo eletivo ou investido exclusivamente em cargo em comissão de livre provimento da União, Estados, Distrito Federal ou Municípios.

As organizações devem enviar os seguintes documentos pelo correio (sedex ou carta registrada), à Secretaria-Executiva do Conselho Curador até o dia 10 de abril (data de postagem):

 

1 - formulário disponível na página eletrônica do Conselho Curador (http://www.ebc.com.br/conselho-curador/consulta-publica), onde constarão as informações sobre a entidade e as indicações dos candidatos ao órgão;

2 - cópia simples do CNPJ da Entidade;

3 - cópia simples da última versão do estatuto da Entidade;

4 - cópias simples da última ata de assembléia de eleição e da posse da diretoria;

5 - cópia simples do CPF e da Identidade do Representante Legal;

6 - procuração, se necessário for, designando o Representante Legal da Entidade para fins deste processo consultivo;

7 - Currículo Vitae dos candidatos indicados.

 

Endereço para o envio de documentos:

 

EBC - Secretaria Executiva do Conselho Curador

Av. Mofarrej, 1200 – Vila Leopoldina

Cep: 05311-907

São Paulo – SP

 

Mais informações: http://www.ebc.com.br/conselho-curador/consulta-publica


Assinam essa carta:
Articulação de Mulheres Negras Brasileiras
Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais
Associação Brasileira de Rádios Públicas
Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão
Associação Vermelho
Campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania
Central de Trabalhadores do Brasil
Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial
Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão
Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações
Fórum Pernambucano de Comunicação
Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
Organização Nacional de Cegos do Brasil
Rede Mulher e Mídia
União Nacional dos Estudantes

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Que partido queremos e o que queremos do partido

Queremos um Partido que nos permita voar por sobre a mediocridade da política atual, construída sobre relações de manipulação e utilitarismo, e que navega à deriva em um mar de palavras gastas e idéias vazias.

É claro que para que isso de "poder voar", não seja outra idéia vazia, se necessitam asas. E essas asas as temos, são as de nossa espiritualidade, são as de nossa coerência, são as das nossas melhores aspirações de crescer sem limite. Mas acontece que em certas ocasiões cremos que se deve retornar à terra, ao ir ao bairro, ao nos ocupar dos problemas sociais e locais. E então às vezes, acabamos falando do que se supõe que deve falar um político, com as palavras que deve usar um político, e com os interesses que tem um político. E quando isso se passa conosco, vamos caindo em uma sorte de adaptação decrescente, mimetizando-nos com a mediocridade reinante, fechando nós mesmos o espaço necessário para levantar o vôo.

Há chegada a hora de falar como se tem que falar: com verdade interna, sem o temor ridículo de não sermos compreendidos; porque podemos falar dos grandes temas, sem que isso signifique que minimizemos as preocupações locais. Porque os conflitos e as preocupações locais, sempre têm sua raiz nos diversos tipos de violência, na discriminação, na indiferença, na manipulação e em tudo aquilo que pudermos denunciar com autoridade moral, na medida em que "mantenhamos despregadas nossas asas", preparados para voar e assim talvez, poder ajudar outros a voar.

Não devemos cair na armadilha do cálculo, e nos ocupar dos problemas dos outros somente em função de ter mais um filiado ou mais um voto. Ainda que esteja claro que ao optar pela via da política, certamente queremos ter muitos filiados e votos. Mas queremos ter o apoio daqueles que se sintam atraídos por nossa coerência, por nossa espiritualidade, por nossa dignidade. E não desejamos o apoio que se possa obter por chantagem, pela manipulação ou pelo truque. Há muitas pessoas esperando nosso sinal, não percamos mais tempo crendo que não nos vão entender.

Não vamos ter força para crescer com o Partido se não tivermos nexo no nosso modo de planejar as coisas. E não vamos ter nexo se crermos que devemos nos adaptar à mediocridade para poder falar a mesma linguagem da política materialista de curto alcance.
Como Silo explica no livro "O Olhar Interior", é correto solidarizar-se com a luta do pobre, do explorado e do perseguido, mas também deve-se saber que a simples luta para satisfazer as necessidades, não justifica a existência. E essa certeza nos permitirá ter uma nova atitude frente aos conflitos pontuais, nos permitirá transmitir esse "algo a mais" que em algumas ocasiões parecem esquecidas em algum canto do caminho. Esta atitude nos permitirá transmitir a outros a necessidade da coerência, às vezes o faremos com palavras, às vezes com exemplos e às vezes, será algo que simplesmente se notará em cada pequeno gesto. E isso nos dará a força para não vacilar frente aos manipuladores, para exigir reciprocidade, para denunciar a violência sem o mesquinho cálculo da "conveniência política".

O mundo necessita que o humanismo cresça, e também necessita de uma ferramenta política que canalize as melhores aspirações das pessoas em transformações reais. E para isso se necessita que o partido cresça, desenvolvendo-se no local, mas com olhar e projeção mundial. Nosso partido deveria estar aberto às iniciativas de todas as boas pessoas, das organizações com verdadeiras aspirações de mudança, dos quadros técnicos ávidos de projetar seus conhecimentos através de um instrumento de mudança real. Não só temos o desafio de crescer, mas também o de ter a flexibilidade de poder nos relacionar com outros e pôr em marcha ações conjuntas. Sempre tendo como centro de gravidade a coerência interna.

Do partido queremos ferramentas para produzir mudanças, capacidade de ação, poder para a tomada de decisões, um instrumento para todos os humanistas do mundo, e um canal de comunicação com as pessoas.

Do Partido queremos que seja um âmbito de camaradagem, a que tem os que trabalham por uma mesma causa, por uma grande causa que excede os interesses individuais.

Do partido queremos uma esperança para os excluídos, para os discriminados, para os que sofrem a violência de todo tipo. Mas também um sinal de que essa esperança posta no futuro, possa ser alimentada no dia-a-dia com a fortaleza interna que nos dá esse "algo a mais", que nos conecta com o que realmente nos dá sentido na vida.

Guillermo Sullings, Janeiro de 2010 - Punta de Vacas.

Globo devolve terreno público após Denúncia

Levado ao ar dia 28/03/10, o programa Domingo Espetacular, da TV Record, traz uma denúncia bombástica sobre as promíscuas relações entre o governador José Serra, o presidenciável tucano, e a poderosa Rede Globo de Televisão.




Meses atrás, a emissora mostrou que a Rede Globo invadiu um terreno pertencente ao governo de São Paulo. Devido à repercussão das denúncias, a Rede Globo anunciou recentemente a construção de uma escola técnica no terreno – avaliado em mais de R$ 11 milhões –, em parceria com o governo paulista, "na tentativa de mascarar o ato ilegal e a omissão do Estado", segundo afirma o Portal R-7.

A reportagem sobre bastidores da negociata traz entrevistas com vários especialistas – entre eles, o professor Laurindo Lalo Leal Filho – e mostra a irritação do governador José Serra quando perguntado sobre o caso.

Vale à pena conferir o vídeo, que já está disponível no endereço http://www.r7.com - no primeiro botão ao lado direito da página

Obs.:

Se preferir, clique no link abaixo para ir direto ao assunto:

http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/veja-bastidores-da-tentativa-da-tv-globo-de-encobrir-posse-ilegal-de-terreno-publico-20100328.html

 

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