sexta-feira, 13 de maio de 2011

INGRESSE no PH - Maio/2011

Amigas e amigos,

Está aberto até 30 de Maio/11 para o ingresso de membros(as) plenos(as) do Partido Humanista Internacional do Brasil – PHI Brasil. Portanto incentivamos que divulguem amplamente no meio imediato aos simpatizantes do partido essa possibilidade. Os passos para ingresso são os seguintes:

1) A pessoa interessada deve se cadastrar no site do PHI (www.partidohumanistainternacional.org) como membro aderente.

2) Após o cadastro a pessoa deve efetuar o depósito identificado (somente com CPF na boca do caixa - ver banco e conta abaixo) da coleta* anual do partido, de R$109,00 (cento e nove reais) e enviar cópia do depósito para o endereço eletrônico: phibrasil@gmail.com confirmando, assim, o pagamento da coleta.

3) Com a confirmação do depósito da coleta, a Equipe de Coordenação Nacional habilitará o (a) novo (a) participante à condição de membro (a) pleno (a) no site internacional do PHI e na lista de membros plenos do PHI Brasil. Com isso o (a) novo (a) membro (a) pleno (a) pode participar plenamente da construção e decisões do partido.

*notas:
Sobre a Coleta:
A Coleta (contribuição voluntária) ao partido é anual.
A coleta é distribuída entre as Equipe(s) de Base, Equipe de Coordenação Nacional e Equipe de Coordenação Internacional. Metade da coleta fica na Equipe de Base formada com no mínimo 10 membros.

Conta bancária:
Atualmente a conta para depósito é uma poupança em nome de pessoa física, um membro pleno que gentilmente emprestou seu nome para o conjunto para esse momento, até que o PH Brasil tenha uma conta bancária com sua própria personalidade jurídica. Essa conta, apesar de pessoal, é exclusiva para o partido e o titular da mesma realiza regularmente a prestação de contas da mesma de modo transparente para todo o conjunto.

Banco Bradesco Agência: 0823-0 Conta-Poupança: 1001120-5
Favorecido: Francisco Albanir de Almeida Linhares


Equipe de Coordenação Nacional
Partido Humanista Internacional – Brasil
13 de Maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Posicionamento dos Humanistas sobre a Morte de Bin Laden

Profunda rejeição do terrorismo e da vingança     
                                           
Os humanistas rejeitam o terrorismo internacional, seja este de origem política, religiosa ou qualquer outra e repudiam os crimes que se cometem em qualquer parte do mundo. Esta é uma linha de conduta e uma postura mantida ao longo do tempo, impossível de abandonar sem colocar em crise a nossa identidade e a nossa doutrina de Humanismo e Não-Violência.
 
A morte de Osama Bin Laden – como a de qualquer outra pessoa – não vai alterar o perigo que os grupos fanáticos significam para a paz mundial e para a integração de todas as culturas como um meio efectivo de superar as suas aparentes causas.
 
Não estamos de acordo que Osama tenha sido assassinado em vez de feito prisioneiro para ser posteriormente julgado, num processo justo por um tribunal internacional, uma vez que cometeu delitos em diversas partes do mundo. Já para não falar da possibilidade, se ainda estivesse vivo, de se realizarem avanços na luta contra o terrorismo internacional. De facto, nada nos impede de pensar que talvez a sua morte tenha sido a melhor solução para ocultar outros poderes envolvidos que, desta maneira, continuarão a gozar de tranquilidade para cometer mais crimes de lesa-humanidade.
 
Reiteramos: a justiça não pode ser confundida com o axioma "olho por olho, dente por dente". Se realmente Osama Bin Laden foi assassinado, este caso talvez seja útil a Obama para ser reeleito presidente e todos os partidários das soluções militares poderão lavar a consciência, mas sem dúvida não será útil para conseguir uma maior justiça neste mundo.
 
Os militares dos EUA não podem falar de justiça quando parece que estamos perante um assassinato premeditado com o único objectivo da vingança. E caso estejamos na presença de um acidente durante um tiroteio, também não se trata de justiça. Em qualquer caso, trata-se de vingança.
 
Não está certamente em questão o carácter altamente violento dos actos criminosos cometidos por Osama Bin Laden. Mas por esta mesma razão a sua morte não debe ser confundida com justiça.
 
O mundo árabe está a fazer um esforço para continuar o impulso dos seus jovens e transformar uma sociedade de exclusão numa sociedade inclusiva, transformar uma situação de encerramento em abertura. Está a fazer um esforço pela construção pacífica de uma sociedade que esteja em sintonia com o mundo, a partir de uma inquietação social que clama por justiça.
 
Os humanistas têm sido vítimas do terrorismo internacional, mas não se alegram com a morte de nenhuma pessoa. É mais importante criar condições para que estes factos infelizes não se voltem a repetir. Mas esta desdita comum dá-nos força moral para nos dirigirmos a todos os povos que foram afectados pela violência insana e dizer-lhes para fazermos um novo esforço.
 
A justiça nas relações e o contacto convergente das culturas é o único caminho que os humanistas aconselham percorrer e com o qual nos comprometemos de forma militante.
 
Equipe Coordenadora Internacional, 02/05/2011

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Profundo Rechazo al terrorismo y a la Venganza
                                                                                                    
Los humanistas del mundo rechazamos al terrorismo internacional ya sea de origen político, religioso o cualquier otro, y repudiamos los crímenes que se comenten en cualquier parte del mundo.  Esta es una línea de conducta y una postura mantenida en el tiempo e imposible de abandonar sin poner en crisis nuestra identidad y nuestra doctrina de  Humanismo y No Violencia.
 
La muerte de Osama Bin Laden –como cualquier otra vida individual- no va a cambiar el peligro para la paz en el mundo que significan grupos de fanáticos,  pero recuerda la vigencia  internacional del tema y la necesidad de lograr la paz mundial y la integración de todas las culturas como un medio efectivo de superar sus causas aparentes.
 
No compartimos que Osama haya sido muerto en lugar de ser tomado prisionero para su posterior juzgamiento en un juicio justo por un tribunal internacional ya que cometió delitos en diversas partes del mundo. Por no hablar de la posibilidad, si hubiera quedado con vida, para hacer algunos avances en la lucha contra el terrorismo internacional. De hecho, nada nos impide pensar que tal vez su muerte podría ser la mejor solución para ocultar otros poderes involucrados que, de esta manera, seguirán tranquilos para cometer  más crímenes de lesa humanidad.
 
Reiteramos: La justicia no puede ser confundida con el axioma "ojo por ojo, diente por diente". Si realmente Osama Bin Laden fue asesinado, este caso tal vez sea útil a Obama para ser elegido presidente y todos los partidarios de las soluciones militares podrán rehabilitar la conciencia, pero sin duda no será útil para disponer de una mayor justicia en este mundo.
 
Los militares de EE.UU. no pueden hablar de justicia cuando parece que  estamos frente a un asesinato premeditado con el único objeto de la venganza. Y si fuera que estamos en el caso de un accidente durante un tiroteo, tampoco se trata de justicia. En cualquier caso, es la venganza.  
 
Sin duda, no está en cuestión el carácter altamente violento de los actos delictivos cometidos por Osama Bin Laden. Pero por esta misma razón su muerte no debe confundirse con la justicia.
 
El mundo árabe está haciendo un esfuerzo para seguir el impulso de sus jóvenes y cambiar una sociedad excluyente por otra inclusiva, una situación de encerramiento en apertura, una relación social de inequidad por justicia social y la construcción en paz de una sociedad que sintonice con el mundo.
 
Los humanistas hemos sido víctimas del terrorismo internacional pero no nos alegramos por la muerte de ninguna persona. Importa más crear condiciones para que estos hechos desgraciados no vuelvan a repetirse. Pero esa desdicha común nos da fuerza moral para dirigirnos a todos los pueblos que han sido tocados por la violencia insana y decirles que hagamos un nuevo esfuerzo.
 
La justicia en las relaciones y el contacto convergente de las culturas es el único camino que los humanistas aconsejamos transitar y en el que anotamos nuestro compromiso militante.

Equipo Coordinador Internacional, 02/05/2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Contra o fechamento do curso de Obstetricia da Usp Leste!

Olá amigos,

Estamos apoiando as ações contra o fechamento do Curso de Obstetricia e as reformas da Usp que estão sendo feitas na Universidade de SP.

Abaixo envio um posicionamento nosso sobre o assunto que esta também no nosso site.

Enviamos também o abaixo assinado virtual que esta circulando para quem possa colaborar com sua assinatura.

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8452

Um abraço a todos!
Samuel

Contra o fechamento do curso de Obstetricia da Usp Leste!

Pela a assistência Humanizada da Mulher, contra o fechamento do curso de Obstetricia e as reformas na Usp!



O Partido Humanista do Brasil manifesta seu apoio ao curso de de Obstetrícia da Escola de Artes e Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo – EACH-USP e repúdia à intenção da direção da Universidade de São Paulo (USP) em diminuir vagas ou fechar o curso de Obstetrícia no Campus Leste da Universidade.

O fechamento do curso de graduação em Obstetrícia da USP representa um grande retrocesso quanto à humanização do atendimento às mulheres no Brasil. O curso da USP é o único em todo o país, que tem uma elevada taxa de cesáreas (48% de cesáreas na rede pública e dos absurdos 70% às inimagináveis 90% na rede particular). A Organização Mundial de Saúde recomenda que o número de cesáreas não ultrapasse os 15%.

Também apoiamos a valorização da profissão de Obstetriz(es) e sua inserção no mercado de trabalho por acreditarmos que isso significa alavancar uma assistência humanizada na saúde da mulher, melhorando e ressignificando os processos de gestação, parto e pós-parto. O curso de Obstetrícia trabalha diretamente com a atenção especializada no atendimento à mulher e suas patologias e carências especificas que não correspondem ao sistema hospitalar vigente.

A reforma que esta em andamento na USP Leste faz parte de um projeto dentro da instituição que visa o encerramento de alguns cursos e a diminuição de vagas dos cursos considerados com "baixo impacto social". Claramente tal “reforma” busca atender aos ditames do Mercado e não tem em conta a real necessidade do povo brasileiro.

Os cursos que são normalmente depreciados pela iniciativa privada - como as licenciaturas - serão seriamente comprometidos dentro da lógica que a direção da USP vem tocando essa "reforma".

Essas decisões que influem no destino dos estudantes e da Universidade também estão sendo tomadas arbitrariamente, sem nenhum tipo de participação da comunidade universitária, e a ausência de diálogo por parte dos gestores da USP é também o retrato do descaso e do desprezo ao nosso povo.



Os interesses econômicos são colocados por cima de questões essências como a saúde e o atendimento especializado a mulher. Também é de se questionar a direção de uma Universidade Pública que cede a pressão de grupos ligados ao setor privado da saúde no nosso país.



O PH presta solidariedade e se dispõe a apoiar totalmente as ações que estão sendo levadas contra o fechamento do curso de Obstetrícia e também contra a reforma que está sendo realizada na USP.



Partido Humanista do Brasil - São Paulo

domingo, 27 de março de 2011

LÍBIA: A ENCRUZILHADA DA VIOLÊNCIA

LÍBIA: A ENCRUZILHADA DA VIOLÊNCIA


Perante os ataques militares à Líbia, que tiveram início no dia de hoje por parte de alguns países europeus e dos EUA, o Partido Humanista Internacional manifesta a total rejeição do uso da violência e exorta a comunidade internacional a trabalhar urgentemente por uma saída pacífica da guerra civil naquele país.

Tal como rejeitámos anteriormente a violência com a qual Khadafi estava a oprimir os seus opositores e assinalámos as suas contradições, rejeitamos agora esta alegada tentativa de acabar com essa violência, utilizando para isso mais violência.

Estamos conscientes de que a situação da Líbia representa uma verdadeira encruzilhada e que não se pode ser indiferente perante o derramamento de sangue que se tem produzido, uma vez que lamentavelmente a rebelião social não se conseguiu canalizar e chegar a bom fim pela via pacífica, como tinha acontecido no Egito. A repressão violenta por parte do governo de Khadafi por um lado e os levantamentos armados de um setor dos rebeldes por outro, alimentaram uma espiral de violência que ameaça terminar em massacre.

Perante esta complexa situação, a ONU tomou a decisão de intervir, alegadamente para garantir a vida dos civis, limitando-se supostamente a ataques aéreos com esse fim. No entanto, existem antecedentes de como se passa dos ataques aéreos à invasão terrestre. Existem antecedentes de como a ONU costuma dizer que se preocupa com os direitos dos civis e intervém quando há petróleo pelo meio, como é o caso da Líbia. Existem antecedentes de como os EUA e os seus aliados sustentam ou toleram ditaduras sangrentas quando estas vão de encontro aos seus interesses e “descobrem” que são ditaduras sangrentas quando vêm os seus interesses ameaçados.

A França foi o primeiro país a atacar e Sarcozy argumentou que a sua motivação era “terminar com a loucura assassina de Khadafi”. No entanto, tanto a França como a Inglaterra e a Itália estabeleceram vínculos muito estreitos nos últimos anos com o regime de Khadafi.

Talvez agora, depois do que aconteceu no Japão e quando a oposição popular à proliferação de centrais nucleares aumenta (e a partir das quais a França obtém a maior parte da sua energia), queiram assegurar mais que nunca o acesso ao petróleo da Líbia.

Os humanistas denunciaram, durante a Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência, que percorreu o mundo em 2009, que as Nações Unidas não podem garantir (e muito menos o seu Conselho de Segurança) a paz no mundo. Porque a ONU é manipulada precisamente pelas potências que são as principais produtoras de armas, são aquelas que geram maior quantidade de conflitos armados e que, para assegurar os seus interesses económicos, não hesitam em apoiar ditaduras sangrentas quando lhes convém, ou derrubá-las a sangue e fogo quando não lhes convém. E são sempre os povos a sofrer com a violência.

Só poderemos sair desta encruzilhada da violência quando, em vez de depender das resoluções da ONU, o mundo se organizar numa verdadeira Nação Humana Universal.

Entretanto, é necessário empreender todos os esforços no sentido de solucionar os conflitos, como o da Líbia, por métodos pacíficos e recordar as palavras de Silo em Punta de Vacas, Argentina, no ano 2004: “... de uma perspetiva violenta sobre a violência não resultará a paz...”.

Equipe Coordenadora Internacional, 19/03/2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

NOTA DE REPUDIO CONTRA A VIOLENCIA DO ESTADO Por CRESS-SP 18/02/2011 às 13:20 Repressão ao ato contra a tarifa -Sao Paulo

NOTA DE REPUDIO CONTRA A VIOLENCIA DO ESTADO

Por CRESS-SP 18/02/2011 às 13:20

Repressão ao ato contra a tarifa -Sao Paulo
NOTA DE REPÚDIO CONTRA A VIOLÊNCIA DO ESTADO


Uma série de protestos vem sendo realizadas na cidade de São Paulo diante do aumento absurdo da tarifa de ônibus. Sob o argumento de aumento dos custos, a população é violada em seus direitos. Não se presta informação sobre os lucros reais das empresas e o montante repassado em forma de subsídio ao transporte privado.

Os protestos formados por maioria jovem tem sido intensos e a truculência tem aumentado. As imagens expressam, mas não tudo que vem ocorrendo. No dia 17 de fevereiro varias pessoas foram agredidas com gás lacrimogêneo, balas de borracha, cassetetes, pela PM.

Um jovem assistente social foi brutalmente espancado por vários policiais que continuaram desferindo chutes e golpes de cassetetes quando a vítima estava imobilizada no chão, como demonstram fotos e vídeo do ato. Ele está hospitalizado e poderá passar por cirurgia.

Repudiamos toda forma de violência, mas principalmente a efetivada por agentes do Estado. Assim, exigimos que os atos cometidos sejam apurados imediata e rigorosamente. A divulgação é fundamental para que sociedade se posicione diante de tanta barbárie.

Exigimos a reforma das instituições repressivas que não se adequaram às legislações nacionais e os instrumentos internacionais aos quais o país aderiu formalmente.

A cidade mais rica da América Latina não pode continuar a tratar a população, principalmente os jovens, com violência e opressão. Repudiamos que se tente silenciar a manifestação legítima do povo.

Aurea Satomi Fuziwara
Conselho Regional de Serviço Social - CRESS-SP
Somos mais de 24 mil assistentes sociais em SP
na defesa intransigente dos Direitos Humanos

CRESS-SP: 11 3351 7523

São Paulo, 18 de fevereiro de 2011.

A todas as autoridades competentes
À Com. de Direitos Humanos da ALESP
Email:: secretaria@cress-sp.org.br
URL:: www.cress-sp.org.br

NOTA PÚBLICA DO FÓRUM PAULISTA LGBT À MARCHA CONTRA A HOMOFOBIA EM REPÚDIO ÀS AGRESSÕES A MANIFESTANTES PELA POLÍCIA EM SÃO PAULO

NOTA PÚBLICA DO FÓRUM PAULISTA LGBT

À MARCHA CONTRA A HOMOFOBIA


EM REPÚDIO ÀS AGRESSÕES A MANIFESTANTES PELA POLÍCIA EM SÃO PAULO



O Fórum Paulista LGBT vem a público, nesta Marcha contra a Homofobia que se realiza hoje, convocada em protesto contra os ataques homóficos ocorridos nos últimos tempos na cidade de São Paulo, manifestar antes de tudo nossa total adesão e compromisso com a mobilização para este importante ato, uma vez que entendemos que é somente expressando nossas demandas e fazendo pressão sobre as autoridades e os poderes constituídos que chegaremos ao pleno respeito à diversidade de orientação sexual e identidade de gênero. Por isso, nesta jornada de luta, queremos também manifestar nosso repúdio frente à truculência da Polícia de São Paulo em relação a militantes que foram às ruas para se opor ao abusivo aumento da tarifa de ônibus.



Em 17 de fevereiro, várias pessoas foram agredidas com gás lacrimogêneo, balas de borracha e cassetes pela PM em frente à Prefeitura de São Paulo. Entre elas, um jovem assistente social foi brutalmente espancado por vários policiais, com chutes e golpes de cassetetes, mesmo quando já estava imobilizado no chão, ação que foi documentada por fotos e vídeo. Encontra-se hospitalizado e deverá, inclusive, passar por cirurgia. Repudiamos esta e qualquer outra forma de violência e exigimos que os fatos sejam rigorosamente apurados e os responsáveis, punidos. Somos totalmente solidários a este militante e ao Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo, que está à frente do caso.



É um direito legítimo da população paulistana expressar sua discordância frente à elevação abusiva do preço da passagem ao valor de R$ 3,00, bastante superior até mesmo ao custo de um litro de gasolina, numa clara sinalização de não priorizar o transporte coletivo em detrimento dos automóveis como que se locomovem um número bem menor de indivíduos. Chega a ser criminoso o fato de a Prefeitura de São Paulo, com tal tarifa, privilegiar os ricos e a classe média, sacrificando em contrapartida os mais pobres.



Talvez alguns – que participam desta Marcha – se perguntem o que aquele protesto tem a ver com nós, LGBTs. A verdade é que, se nos calarmos diante das injustiças (tanto o aumento do ônibus quanto a repressão aos protestos legítimos), estaremos sendo coniventes com elas. Elas implicam no cerceamento de nosso direito de ir e vir, pois a passagem mais cara nos obriga a reduzir o número de viagens para ir ao trabalho, para estudar ou simplesmente circular pela cidade. De que adianta termos uma cidade sem homofobia se não podemos usufruir as possibilidades que ela nos oferece, se somos obrigados a ficar em casa por falta de dinheiro?



Devemos nos opor contra tudo aquilo que limita a nossa liberdade, afinal a luta contra a opressão vai muito além do direito – que hoje aqui reivindicamos – de andar de mãos dadas, beijar ou manifestar afeto por alguém do mesmo sexo. Liberdade de caminhar pelas ruas e usar o transporte coletivo do jeito que somos, com nossos corpos, sem ter de esconder nada de ninguém, pois temos orgulho de sermos lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.





FÓRUM PAULISTA LGBT



São Paulo, 19 de fevereiro de 2011

Nota de Solidariedade do MPL-SP sobre a violência policial na manifestação de 17/02

Nota de Solidariedade do MPL-SP sobre a violência policial na manifestação
de 17/02:

O Movimento Passe Livre São Paulo considera desproporcional, violenta e
despreparada a ação policial ocorrida na manifestação do dia 17/2 em
frente a Prefeitura.

O Comando da Operação se excedeu no uso da força, agindo violentamente
contra manifestantes desarmados e em protesto contra o aumento abusivo das
tarifas de ônibus em São Paulo. As imagens da detenção de Vinicius
Figueira, bem como a cena de policiais militares com suas armas de fogo em
punhos e a repressão que se abateu também contra a mídia, somada as
agressões aos vereadores que estavam presentes no local, deixam clara a
desproporcionalidade e o absurdo da ação policial. Por esse motivo,
manifestamos aqui nosso repúdio à essas ações conduzidas pela Polícia
Militar de São Paulo

Por fim, cabe destacar nossa preocupação com o estado de saúde atual de
Vinicius. Nós, do MPL-SP, estamos sinceramente à disposição para apoiá-lo
no que for preciso, desde a articulação para punir os policiais envolvidos
na ação, bem como no auxílio com seus cuidados médicos. Acreditamos que a
solidaredade militante se faz fundamental em momentos como esse, e é por
esse motivo que estamos aqui!

Movimento Passe Livre São Paulo, 18 de fevereiro de 2011.

Por uma vida sem catracas!

I Seminário de Planejamento Estratégico


Considerando a experiência desde o início da reestruturação interna do PH (agosto/09 até janeiro/11), verificamos vários avanços: cumprimentos de calendários, realização dos procedimentos de democracia direta nas eleições e consultas interna, manutenção da personalidade jurídica do partido, capacitação, posicionamentos e ações no meio do PH. Ressaltamos que em toda essa etapa os recursos virtuais para realização de reuniões, encontros, consultas e eleições foram e são fundamentais. Contudo também avaliamos a necessidade de dedicar mais tempo presencial para um planejamento estratégico nacional de curto, médio e longo prazo focado nas decisões fundamentais sobre nossa organização interna e nas estratégias para o crescimento e para legalização definitiva do PH no Brasil. E justamente para essa pauta (planejamento estratégico nacional para organização, crescimento e legalização) se verificou as limitações dos encontros por meios virtuais. Nas tentativas já realizadas (seja por falhas técnicas dos sistemas utilizados ou por nossa falta de cultura no uso dessas tecnologias), esse recurso se demonstrou não ser eficaz para algumas necessidades do conjunto que demandam mais tempo de conversa, reflexão e deliberação coletiva.
E por outro lado, como nosso desafio é legalizar um partido político humanista, com grandes objetivos que vão além do eleitoral (queremos fazer algo a mais que participar de eleições) ainda que, participar das eleições oficiais, possa ser um motivo de criarmos um partido político. Nós queremos humanizar o Brasil, e considerando as dimensões revolucionárias dessa tarefa e também as próprias exigências legais brasileiras (que exige que o partido político tenha uma organização nacional), a realização de encontros presenciais, em nível nacional, deve estar em nosso calendário como algo sempre possível, ainda que reconheçamos as dificuldades pela questão geográfica continental de nosso país. Mas isso não deveria ser uma resistência e sim um belo desafio de superação de limites para a inteligência coletiva e para a intencionalidade humana.
Finalmente acreditamos que este Seminário pode contribuir em nossa nova condição de origem e também para apontar a importância da transformação pessoal, simultânea, e em função da transformação social não-violenta que almejamos. Nesse sentido, realizar também dentro do Seminário de Planejamento Estratégico um momento de reflexão pessoal e coletiva com o Manual do Movimento Humanista – MH no espaço do Parque Caucaia marca e reitera nossas raízes históricas e ideológicas com o Humanismo Universalista e também com o propósito maior de seu fundador Silo. Contribuindo assim também com o objetivo de referenciar de todos os organismos do MH nos Parques de Estudos e Reflexão.
Dentro desse contexto geral, acreditamos que esse evento ajude, além do planejamento estratégico, também na compreensão e sentimento do “algo mais do PH” e a “experimentar/desenvolver/buscar” a “mística social humanista”.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Declaração da Assembleia dos Movimentos Sociais FSM Dacar, Senegal, 10 de fevereiro de 2011

Declaração da Assembleia dos Movimentos Sociais FSM Dacar, Senegal, 10 de fevereiro de 2011

Nós, reunidos na Assembleia de Movimentos Sociais, realizada em Dacar durante o Fórum Social Mundial 2001, afirmamos o aporte fundamental da África e de seus povos na construção da civilização humana. Juntos, os povos de todos os continentes enfrentamos lutas onde nos opomos com grande energia à dominação do capital, que se oculta detrás da promessa de progresso econômico do capitalismo e da aparente estabilidade política. A descolonização dos povos oprimidos é um grande desafio para os movimentos sociais do mundo inteiro.

Afirmamos nosso apoio e solidariedade ativa aos povos da Tunísia, do Egito e do mundo árabe que se levantam hoje para reivindicar uma real democracia e construir poder popular. Com suas lutas, eles apontam o caminho a outro mundo, livre da opressão e da exploração.

Reafirmamos enfaticamente nosso apoio aos povos da Costa do Marfim, da África e de todo o mundo em sua luta por uma democracia soberana e participativa. Defendemos o direito à auto-determinação de todos os povos.

No processo do FSM, a Assembleia de Movimentos Sociais é o espaço onde nos reunimos desde nossa diversidade para juntos construir agendas e lutas comuns contra o capitalismo, o patriarcado, o racismo e todo tipo de discriminação.

Em Dakar celebramos os 10 anos do primeiro FSM, realizado em 2001 em Porto Alegre, Brasil. Neste período temos construído uma história e um trabalho comum que permitiu alguns avanços, particularmente na América Latina onde conseguimos frear alianças neoliberais e concretizar alternativas para um desenvolvimento socialmente justo e respeituoso com a Mãe Terra.

Nestes 10 anos, vimos também a eclosão de uma crise sistêmica, expressa na crise alimentar, ambiental, financeira e econômica, que resultou no aumento das migrações e deslocamentos forçados, da exploração, do endividamento, das desigualdades sociais.

Denunciamos o desafio dos agentes do sistema (bancos, transnacionais, conglomerados midiáticos, instituições internacionais etc.) que, em busca do lucro máximo, mantêm com diversas caras sua política intervencionista através de guerras, ocupações militares, supostas missões de ajuda humanitária, criação de bases militares, assalto dos recursos naturais, a exploração dos povos, a manipulação ideológica. Denunciamos também a cooptação que estes agentes exercem através de financiamentos de setores sociais de seu interesse e suas práticas assistencialistas que geram dependência.

O capitalismo destroi a vida cotidiana das pessoas. Porém, a cada dia,nascem múltiplas lutas pela justiça social, para eliminar os efeitos deixados pelo colonialismo e para que todos e todas tenhamos uma qualidade de vida digna. Afirmamos que os povos não devemos seguir pagando por esta crise sistêmica e que não há saída para a crise dentro do sistema capitalista!

Reafirmando a necessidade de construir uma estratégia comum de luta contra o capitalistmo, nós, movimentos sociais:

Lutamos contra as transnacionaisporque sustentam o sistema capitalista, privatizam a vida, os serviços públicos, e os bens comuns, como a água, o ar, a terra, as sementes, e os recursos minerais. As transnacionais promovem as guerras através da contratação de empresas militares privadas e mercenários, e da produção de armamentos, reproduzem práticas extrativistas insustentáveis para a vida, tomam de assalto nossas terras e desenvolvem alimentos transgênicos que tiram dos povos o direito à alimentação e eliminam a biodiversidade.

Exigimos a soberania dos povos na definição de nosso modo de vida. Exigimos políticas que protejam as produções locais que dignifiquem as práticas no campo e conservem os valores ancestrais da vida. Denunciamos os tratados neoliberais de livre comércio e exigimos a livre circulação de seres humanos.

Seguimos nos mobilizando pelo cancelamento incondicional da dívida pública de todos os países do Sul. Denunciamos igualmente, nos países do Norte, a utilização da dívida pública para impor aos povos políticas injustas e antissociais.

Mobizemo-nos massivamente durante as reuniões do G8 e do G20 para dizer não às políticas que nos tratam como mercadorias.

Lutamos pela justiça climática e pela soberania alimentar. O aquecimento global é resultado do sistema capitalista de produção, distribuição e consumo. As transnacionais, as instituições financeiras internacionais e governos a seu serviço não querem reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. Denunciamos o “capitalismo verde” e rechaçamos as falsas soluções à crise climática como os agrocombustíveis, os transgênicos e os mecanismos de mercado de carbono, como o REDD, que iludem as populações empobrecidas com o “progresso”, enquanto privatizam e mercantilizam os bosques e territórios onde viveram milhares de anos.

Defendemos a soberania alimentar e o acordo alcançado na Cúpula dos Povos Contra as Mudanças Climáticas e pelos Direitos da Mãe Terra, realizada em Cochabamba, onde verdadeiras alternativas à crise climática foram construídas com movimentos e organizações sociais e populares de todo o mundo.

Mobilizemos todas e todos, especialmente o continente africano, durante a COP-17 em Durban, África do Sul, e a Rio+20, em 2012, para reafirmar os direitos dos povos e da Mãe Terra e frear o ilegítimo acordo de Cancún.

Defendemos a agricultora camponesa que é uma solução real à crise alimentar e climática e significa também acesso à terra para quem nela vive e trabalha. Por isso chamamos a uma grande mobilização para frear a concentração de terras e apoiar as lutas camponesas locais.

Lutamos para banir a violência contra a mulherque é exercida com regularidade nos territórios ocupados militarmente, porém também contra a violência que sofrem as mulheres quando são criminalizadas por participar ativamente das lutas sociais. Lutamos contra a violência doméstica e sexual que é exercida sobre elas quando são consideradas como objetos ou mercadorias, quando a soberania sobre seus corpos e sua espiritualidade não é reconhecida. Lutamos contra o tráfico de mulheres e crianças.

Defendemos a diversidade sexual, o direito à autodeterminação do gênero, e lutamos contra a homofobia e a violência sexista.

Mobilizemo-nos, todos e todas, unidos, em todas as partes do mundo para banir a violência contra a mulher.

Lutamos pela paz e contra a guerra, o colonialismo, as ocupações e a militarização de nossos territórios. As potências imperialistas utilizam as bases militares para fomentar conflitos, controlar e saquear os recursos naturais, e promover iniciativas antidemocráticas como fizerem com o golpe de Estado em Honduras e com a ocupação militar em Haiti. Promovem guerras e conflitos como fazem no Afeganistão, Iraque, República Democrática do Congo e em vários outros países.

Intensifiquemos a luta contra a repressão dos povos e a criminalização do protesto e fortaleçamos ferramentas de solidariedade entre os povos como o movimento global de boicote, desinvestimentos e sanções contra Israel. Nossa luta se dirige também contra a Otan e pela eliminação de todas as armas nucleares.

Cada uma destas lutas implica uma batalha de idéias, na que não poderemos avançar sem democratizar a comunicação. Afirmamos que é possível construir uma integração de outro tipo, a partir do povo e para os povos, com a participação fundamental dos jovens, mulheres, camponeses e povos originários.

A assembléia dos movimentos sociais convoca as forças e atores populares de todos os países a desenvolver duas ações de mobilização, coordenadas a nível mundial,para contribuir à emancipação e autodeterminação de nossos povos e para reforçar a luta contra o capitalismo.

Inspirados nas lutas do povo da Tunísia e do Egito, chamamos a que o 20 de março seja um dia mundial de solidariedade com o levante do povo árabe e africano que em suas conquistas contribuem às lutas de todos os povos: a resistência do povo palestino e saharauí, as mobilizações européias, asiáticas e africanas contra a dívida e o ajuste estrutural e todos os processos de mudança que se constroem na América Latina.

Convocamos igualmente a um dia de ação global contra o capitalismo: o 12 de outubro, onde, de todas as maneiras possíveis, rechaçaremos este sistema que destrói tudo por onde passa.

Movimentos sociais de todo o mundo, avancemos até a unidade a nível mundial para derrotar o sistema capitalista!

Venceremos!"

sábado, 12 de fevereiro de 2011

EGIPTO: UNA REVOLUCIÓN NO-VIOLENTA Y UN FUTURO POR CONSTRUIR

www.internationalhumanistparty.org

EGIPTO: UNA REVOLUCIÓN NO-VIOLENTA Y UN FUTURO POR CONSTRUIR

Los Humanistas sentimos una gran alegría por el desenlace de esta Revolución No-Violenta
que transcurre en Egipto, y que hoy ha culminado con la renuncia de Hosni Mubarak. Ya hacia
fines de enero el Partido Humanista Internacional había manifestado en un documento su apoyo
al “clamor de los pueblos” en el mundo árabe; y en varios países nos manifestamos frente a las
embajadas de Egipto apoyando la lucha no-violenta de su pueblo. De manera que ante el
cumplimiento de uno de sus primeros y principales objetivos, como era la renuncia de Mubarak,
nuevamente manifestamos nuestro apoyo y acompañamiento.
Esta Revolución No-Violenta, en la que la consigna de la acción pacífica era para los
manifestantes casi tan importante como la de la renuncia de su presidente, es un verdadero ejemplo
del nuevo rol que podrán tener los pueblos, utilizando las nuevas redes de comunicación, toda vez
que el clamor de justicia y libertad los cohesione y les dé fuerzas.
Queda no obstante un arduo camino por recorrer. Una transición manejada por un
vicepresidente como Suleiman (jefe de los torturadores), por un ejército que si bien se negó a
reprimir a los manifestantes, tiene una cúpula muy ligada a Mubarak y a USA, y por algunos
líderes opositores de relativa representatividad, será una transición difícil si el pueblo no se
mantiene atento.
Obama, quien ahora hábilmente apoyó las demandas democráticas en Egipto (después de
30 años de que USA tuvo a la dictadura como principal aliada en la región), hará lo posible para
que los cambios no sean muy profundos, y sobre todo no terminen afectando los acuerdos de
Camp David de 1979. Nada más alejado de los intereses de USA que el hipotético resurgimiento
de un panarabismo al estilo Nasser, o peor aún de un crecimiento de los fundamentalismos. No
pareciera que los Hermanos Musulmanes, representando algo más del 20 % de la población,
quieran ni puedan volcar a Egipto hacia el fundamentalismo; pero probablemente haya violentos
que busquen arraigar allí, y probablemente USA y el continuismo egipcio los utilice de pretexto
para reprimir.
Es por todo esto que el pueblo egipcio debe permanecer alerta, para que los cambios sean
reales y profundos, y no meras reformas cosméticas en lo político, ni tramposas ayudas financieras
en lo económico. Y para ello deben estar atentos y movilizarse por una nueva constitución y por el
cumplimiento estricto de cada demanda, sin permitir que la transición se transforme en dilación y
desgaste, para que a la final nada cambie.
El pueblo en general, y en particular los sectores más dinámicos en esta revolución, como
los jóvenes y los sindicatos, debieran generar una articulación permanente y exigir un
protagonismo en la implementación de las transformaciones. Así como los modernos canales de
comunicación sirvieron para movilizarse, también debieran servir para organizarse y poder trabajar
con permanencia en la construcción de una Democracia Real.
Así que mucho es lo que aún queda por recorrer a partir de mañana, pero hoy es un día de
festejo para el pueblo egipcio y para todos aquellos que aspiramos a una Revolución Mundial No-
Violenta.

Guillermo Sullings
Equipo Coordinador Internacional PHI

11/02/2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Recife -PE

Pessoal,
Em Recife acontece os encontros
do Partido Humanista todas as
quintas-feiras das 19h às 21h
Rua do Hospício, 425 sala 16
Bairro de Boa Vista

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Manual de Legalização do Partido Humanista

Car@ membro pleno!,

Precisamos de sua ajuda!

Desde ECN estamos elaborando um Manual de Legalização do Partido Humanista,
no qual estaremos elencando e esclarecendo todo o processo de legalização, passo à passo
- desde a coleta de assinatura até a entrega da certidão emitida pelo cartório.

A meta é ter o Manual de Legalização do Partido Humanista pronto na 1º quinzena de março.

Para termos um Manual de Legalização condizente com as necessidades dos
membros plenos, estamos coletando PERGUNTAS referentes as dúvidas que existam
em relação a esse processo.

As dúvidas podem ser desde o preenchimento da ficha de apoio até o modelo da certidão.
Estaremos consultando o TSE sobre as perguntas mais complexas.

O prazo para envio das perguntas é até 10 de fevereiro.

Não deixe de perguntar! Participe! Ajude nesse processo.

Paz, Força e Alegria!

ECN - Partido Humanista do Brasil
 

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